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Exit Scam: Conheça as maiores fraudes envolvendo criptomoedas

Exit Scam: Conheça as maiores fraudes envolvendo criptomoedas

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O advento das criptomoedas trouxe oportunidades para muitos outros projetos inovadores. Mas sempre que envolvemos dinheiro em algo, existe a possibilidade de pessoas esperando para dar um golpe. 

O chamado ‘exit scam’, ou ‘golpe de saída’, é uma estratégia muito usada na comunidade cripto por pessoas ou empresas de má fé. 

A seguir, veja uma lista das maiores fraudes de criptomoedas envolvendo esta prática e entenda melhor do que se trata. Os casos foram compilados pelo The Merkle em publicação no último sábado (11). 

Pure Bit

No início de 2018, a Startup sul-coreana Pure Bit levantou cerca de US$ 30 milhões em uma Oferta Inicial de Moedas (ICO) para criar uma exchange de criptomoedas. No entanto, em poucos meses, a equipe desapareceu com todos os recursos arrecadados.

Todas as mídias sociais da empresa foram excluídas, assim como grupos de chats.

O plano de negócios da empresa parecia suspeito desde o início, mas mesmo assim, muitas pessoas decidiram investir.

O influencer Crypto Brahma

Este influencer é um guru financeiro autoproclamado que oferecia conselhos de negociação por uma taxa.  

Crypto Brahma administrava o grupo Moon Club — que lhe rendeu um bom dinheiro —, mas desapareceu em seguida.

Recentemente, ele confessou ter usado o dinheiro de investidores (cerca de 1.700 ETH, equivalente a US$ 241.400 na época) destinado à uma ICO, para uso pessoal de negociações. 

O influencer prometeu devolver o dinheiro para os investidores, mas não se sabe se cumpriu a promessa.

Evolution, o mercado digital

O Evolution era um mercado darknet que operava na rede Tor. Lançada em 2014, a plataforma teve um rápido crescimento até desaparecer repentinamente em 2015. 

Depois, cerca de US$ 12 milhões em BTC sumiram. Acredita-se que os responsáveis derrubaram a plataforma para roubar a quantia, que mantinham como garantia. 

Prodeum e a farsa sobre roubo de identidade

Infelizmente, muitas das ICOs acabam não gerando projetos que valham a pena. A startup Prodeum, que alegava ser da Lituânia, fez um bom trabalho enganando as pessoas. 

Depois de levantar fundos, o site foi desconfigurado e um dos fundadores alegou que foi vítima de roubo de identidade, dizendo não ser afiliado ao projeto. 

A história acabou com cerca de US$ 500 mil em ETH roubados através do que foi, obviamente, um exit scam.

MapleChange

exchange de criptomoedas canadense, MapleChange, de certa forma desapareceu após alegar que havia sofrido uma invasão e que perdeu seus fundos em outubro de 2018.  

Algumas fontes afirmaram que a quantidade roubada durante o hack foi de 913 BTC (aproximadamente US$ 6 milhões na época). 

Sem dinheiro para pagar os clientes afetados, a exchange foi fechada e todas as contas de mídia social foram excluídas.

Mas nem todos compraram a versão da empresa, e especulam que esta foi apenas mais uma fraude. 

Bitconnect

Um grande esquema Ponzi, pronto para desabar desde o começo; é disso que se trata o Bitconnect. 

Lançada em 2016, a plataforma de código aberto era descrita em seu site oficial como “criada para fornecer múltiplas oportunidades de investimento”.  

No entanto, ela foi fechada repentinamente sem nenhuma razão aparente e ninguém sabe ao certo quanto dinheiro foi roubado.

Estima-se que os proprietários do BitConnect roubaram 1 bilhão de dólares de investidores. 

Leia também: O que é ICO e como evitar cair em fraudes?

 

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