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Universidade Canadense passará a emitir diplomas baseados em Blockchain

Universidade Canadense passará a emitir diplomas baseados em Blockchain

diploma blockchain

O Instituto de Tecnologia de Alberta do Sul (SAIT), no Canada, passará a fornecer cópias de diplomas baseados em blockchain para os estudantes da turma de graduação de 2019.

O número de formandos em 2019 é composto por 4.800 alunos, e estes poderão, através da tecnologia Blockchain, compartilhar seus diplomas oficiais, contornando a necessidade de ex-alunos solicitarem documentos oficiais da Universidade para enviar para recrutadores e empregadores.

 

Os alunos receberão a versão digital de seus diplomas em conjunto com uma cópia em papel tradicional.

O CEO da ODEM, empresa parceira da universidade na confecção do diploma, Richard Maaghul, comentou como isso dá aos estudantes a real posse de seus diplomas.

"Acreditamos que os alunos devem ter controle sobre seus próprios certificados e a tecnologia blockchain torna isso possível".

Os registros em blockchain supostamente tornam o processo de contratação mais fácil para os empregadores, já que eles podem facilmente verificar as credenciais dos ex-alunos da universidade como verdadeiros.

A ODEM e a SAIT executaram um projeto piloto em dezembro, no qual usaram o blockchain da Ethereum para testar o processo de emissão de diplomas baseados em blockchain. 25 participantes foram selecionados do programa técnico de serviços automotivos de pré-emprego.

Universidades de outros países, como Bahrein e Malta, também começaram a emitir e armazenar diplomas em blockchains. A Universidade do Bahrein, em particular, anunciou que estava em parceria com a startup Learning Machine para fornecer seus diplomas em blockchain.

Enquanto isso, em Malta, todo o país deve se adequar para emitir certificados educacionais baseados na tecnologia blockchain.

O governo maltês também fez parceria com a Learning Machine, executando um programa piloto de dois anos para manter os registros de todas as escolas maltesas em uma blockchain; isso incluiu certificados emitidos por igrejas, escolas independentes e escolas secundárias no país.

Leia também: Itaú e Bradesco participam do desenvolvimento de plataformas blockchain para todo o setor bancário

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