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Playboy do Bitcoin investigado por pirâmide dizia que "quem não conseguir US$ 50 mil por dia é um fracassado"

Playboy do Bitcoin investigado por pirâmide dizia que "quem não conseguir US$ 50 mil por dia é um fracassado"

Philip Han é o empresário que fundou a FX Trading, empresa de marketing multinível que prometia lucros de 1,5% ao dia para seus investidores e foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de atuar no Brasil.

Uma reportagem do Estadão publicada na segunda-feira (22), fala sobre a atuação do empresário, que ostenta carros de luxo, viagens internacionais, roupas caras de marcas famosas e muito mais.

 

Seu estilo de vida pode ter influenciado a opinião de investidores, que decidiram confiar na FX Trading depois de promessas “milagrosas” de multiplicação de dividendos.

No entanto, a empresa, que fechou em 7 de julho, deixando o Brasil sem pagar seus clientes, é atualmente investigada pela polícia por prática de pirâmide financeira.

Foi através da FX Trading que Han construiu seu império, de acordo com a Polícia Federal e a Procuradoria da Fazenda.

Em um vídeo de um jantar com líderes da FX Trading, Han diz o que espera dos investidores:

“Estamos falando do multinível, que é uma indústria de US$ 800 bilhões. Se você não conseguir US$ 50 mil por dia, você é um fracassado.”

Sempre investindo muito no marketing nas redes sociais, Han constantemente aparece em fotos com roupas de grife da Gucci, uma das marcas mais caras do mundo, além de carros luxuosos e fotos em aviões particulares.

fx trading philip han pirâmide

Contudo, a CVM alerta para algumas características que ajudam a identificar pirâmides financeiras. Entre elas, está a oferta de lucro fixo, além da oferta de investimentos mobiliários e o marketing de multinível — técnicas usadas por Han.

A empresa oferecia benefícios para filiados e prometia o valor fixo de lucro diário através de supostos investimentos em criptomoedas como o Bitcoin.

Além disso, também dizia operar no mercado Forex — que é ilegal no Brasil —, e teve suas atividades suspensas no Brasil após a CVM entender que a empresa oferecia derivativos que se enquadram no que seriam valores mobiliários no mercado financeiro.

Para atuar nessa área, a FX Trading precisaria de autorização da autarquia, mas deixou de atuar no Brasil e mudou de nome e de país.

Agora, Philip Han abriu a F2 Trading, em Dubai, nos Emirados Árabes, para dar continuidade aos negócios da empresa.

Leia também: FX Trading: empresa fechou e ainda não pagou os investidores; clientes estão revoltados

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