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País africano proíbe criptomoedas a pedido da própria população

País africano proíbe criptomoedas a pedido da própria população

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Um país da África anunciou a proibição completa do comércio de criptomoedas em seu território, e o mais interessante é que o banimento dos criptoativos foi um pedido dos próprios cidadãos.

A notícia vai na direção oposta da tendência vigente, onde a população se posiciona a favor da regulamentação das moedas digitais em diferentes países do mundo.

 

O fato ocorreu em Burundi, um pequeno país na África Oriental, no qual o governo acatou o pedido de um grupo de pessoas que perdeu dinheiro com negociações envolvendo criptomoedas, conforme publicação do Bloomberg na última quarta-feira (4).

Após parte da população local pedir ao governo que intervisse no assunto, as autoridades disseram que não poderiam oferecer proteção aos usuários de criptoativos caso houvesse problemas.

Dessa maneira, Burundi decidiu por proibir qualquer tipo de negociação com moedas digitais, como Bitcoin (BTC) ou Ethereum (ETH).

“Medidas fortes podem ser tomadas contra todos aqueles que não respeitarem essa decisão”, disse Alfred Nyobewumusi, diretor do departamento de microfinanças do Banco Central do país.

Criptomoedas na África Oriental 

Criptomoedas na África Oriental 

Em junho deste ano, o vice-presidente do Banco de Uganda, Louis Kaskende, alertou a população sobre o fato de que a proteção do governo é limitada no caso de investimentos em criptomoedas, já que estas não são regulamentadas:

“[...] os negócios de criptomoedas on-line não são regulados no momento e, portanto, acarretam um risco significativo de perda de poupança, sem recurso a proteção ou seguro por parte do governo, como é o caso de instituições financeiras reguladas, como bancos comerciais.”

Já o Banco Central de Malawi declarou, em maio deste ano, que as criptomoedas não possuem amparo legal no país e que não podem substituir a moeda fiduciária oficial do país, a Kwacha (MWK). 

A instituição declarou ainda que é contra atividades relacionadas a criptomoedas e que qualquer atividade relacionada às moedas digitais são feitas pela conta e risco dos usuários. 

Leia também: Nova CPMF de Bolsonaro criará taxas para compra e venda de criptomoedas

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