Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Empresário Guilherme Aere continua preso por acusar sócio da BWA de ser o dono do Bitcoin Banco e de lavar dinheiro para traficantes

Empresário Guilherme Aere continua preso por acusar sócio da BWA de ser o dono do Bitcoin Banco e de lavar dinheiro para traficantes

Por Mirian Romão

O empresário Guilherme Aere dos Santos, acusou Paulo Roberto Bilíbio de ser o verdadeiro dono do Grupo Bitcoin Banco e de lavar dinheiro para traficantes, de acordo com o portal Cointelegraph

Conforme decisão publicada hoje (05), Guilherme teve seu pedido de Habeas Corpus negado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a continuação de sua prisão.

Paulo nega todas as acusações feitas pelo empresário Guilherme e diz que, todos os valores que a BWA devia para Guilherme foram quitados.

O empresário Guilherme confessou que contratou policiais civis e militares, para sequestrar e extorquir o sócio da BWA, Paulo Bilíbio. A empresa BWA oferece retorno financeiro em operações com Bitcoins e criptomoedas.

De acordo com o portal e a notícia divulgada, Guilherme e todos os policiais envolvidos na ocorrência estão presos. 

O caso ficou conhecido por conta do sequestro envolvendo o sócio da BWA, Paulo, que ficou mantido dentro da Delegacia de Polícia, sendo ameaçado e acusado pelos policiais de traficante e golpista. Além de extorquir, Paulo, em mais de R$1 milhão. 

Segundo a publicação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o empresário Guilherme teria investido na BWA, tendo resgatado seus ativos em março de 2019, porém, teria investido também no Grupo Bitcoin Banco (GBB), mas como tantos outros investidores, não conseguiu reaver seus ativos de volta.

Nisso, o empresário acusava Paulo de ser o dono do Grupo Bitcoin Banco e planejou o sequestro para extorquir e ter seu dinheiro investido no GBB de volta.

Não satisfeito com a quantia obtida de Paulo, o empresário Guilherme enviou o seu segurança para ameaçar o sócio da BWA no shopping, enquanto passeava com a família. 

Com isso, Paulo contratou dois advogados que seriam ex-delegados da Polícia Federal, para buscar uma solução.

Após denúncia feita junto a Corregedoria e ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), o empresário e todos os policiais envolvidos foram presos, Guilherme confessou o crime e que enviou um segurança para ameaçar Paulo. 

Mesmo depois de confessar os crimes, o empresário Guilherme, entrou com um pedido de Habeas Corpus junto ao STJ, que foi negado. 

Paulo Bilíbio nega qualquer envolvimento com o Grupo Bitcoin Banco e afirma que todos os valores devidos ao empresário Guilherme Aere, envolvendo a BWA, foram pagos.

Leia também: Policiais são acusados e presos após tentativa de extorquir R$ 4 milhões em Bitcoin de empresário de Santos

Curta o Criptonizando no Facebook, Instagram e Twitter e fique por dentro de tudo que acontece no Mercado Cripto.

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Últimas Notícias

Mais Lidas