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Casa da Moeda do Brasil deve ser privatizada e a impressão de dinheiro poderá ser realizada por terceiros

Casa da Moeda do Brasil deve ser privatizada e a impressão de dinheiro poderá ser realizada por terceiros

Por Mirian Romão

Em Medida Provisória divulgada hoje (6), pelo Presidente Jair Bolsonaro, a Casa da Moeda do Brasil, não terá mais privilégio da impressão do dinheiro no Brasil. 

A Medida Provisória foi assinada em comemoração aos 300 dias de governo Bolsonaro, o que consta que outras empresas poderão imprimir o dinheiro que circula no país, desde que sejam autorizadas e habilitadas pela Receita Federal.

De acordo com o Cointelegraph, a medida começará a valer a partir de 2020, a Casa da Moeda não só fazia a impressão do dinheiro, mas também de outros documentos públicos, o prazo total para o fim dos privilégios ficou para 2023.

A empresa Serpro e a Casa da Moeda, recentemente vem crescendo com a tecnologia blockchain, ambas empresas devem ser privatizadas pela gestão do governo do Bolsonaro e incluídas em um plano de privatização.

Atualmente um os maiores especialistas em criptomoedas no Brasil, Fernando Ulrich, foi indicado para integrar ao conselho da Casa da Moeda, recomendado pelo Secretário de Privatização do Governo, Salim Mattar.

Ao ser indicado para o conselho da Casa da Moeda, Fernando comunicou aplicações de blockchain em produtos e processos estatais, mas descartou a possibilidade de incorporar a tecnologia na emissão de moedas. 

“A Casa da Moeda tem estudado aplicações potenciais da tecnologia blockchain para aprimorar seus produtos e processos. A tecnologia blockchain apresenta um grande potencial para a redução da burocracia, o aumento da transparência e a aceleração de processos. A competência da blockchain tem sido estudada pelos setores público e privado, e certamente inúmeras inovações surgirão nos próximos anos em benefício dos cidadãos”, declarou Fernando Ulrich.

Apesar do interesse pela blockchain, a Casa da Moeda não acredita que o fim do dinheiro físico esteja próximo, de acordo com o Relatório Anual de 2017, o volume de dinheiro físico em circulação cresceu entre 3 e 4% por ano. 

Leia também: CEO da Circle cita três motivos nos quais ‘não fazem sentido’ um único mega investidor ter manipulado o Bitcoin em 2017

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