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Entenda por que as corretoras de bitcoins são hackeadas com frequência

Entenda por quê as corretoras de bitcoins são hackeadas com frequência

Por Mirian Romão

Hackers constantemente tentam descobrir brechas para explorar a segurança de bancos e sistemas financeiros, conforme reportagem do Livecoins, os hackers estão buscando novas formas de conseguir invadir sistemas para roubar criptomoedas.

Cibercriminosos estão migrando para as criptomoedas, por considerarem o crime perfeito. 

As exchanges de criptomoedas já se tornaram serviços comuns na web, assim fica mais fácil para o investidor utilizar uma exchange do que uma Internet Banking, por conta disso os golpes nas exchanges vem acontecendo cada vez mais e podem ser divididos entre o lado do cliente (client-side) e os ataques do lado do servidor (server-side).

Os ataques do lado do servidor envolvem a infraestrutura e o serviço da web da exchange, quando acontecem resultam em perdas consideráveis à exchange, podendo chegar a falência. 

Em 2015 a Bitstamp foi invadida por conta de um infiltrado na própria exchange, normalmente os hackers usam uma campanha de phishing direcionada aos funcionários da exchange, para implementar um malware na rede. 

Outros meios que os hackers buscam para invadir a exchange é através da vulnerabilidade do software, depois que são invadidas os criminosos têm como único objetivo mover o máximo de dinheiro possível das carteiras para algum endereço que pertence a eles.

Os ataques do lado do cliente (client-side) são focados nos investidores que usam exchanges e não a plataforma, os criminosos procuram as fragilidades nos dispositivos que os clientes usam para a negociação. Os clientes finais são mais fáceis de serem comprometidos do que os servidores. 

O golpe é feito com o renomado “engenharia social”, como campanhas de phishing com falsos e-mails que fazem a instalação de malwares no dispositivo do usuário.

Na tentativa de quebrar esse ciclo, as exchanges estão usando diversos métodos de autenticação em dupla fase, como SMS ou aplicativos como o Authy ou Google Authenticator.

Para uma segurança melhor e mais eficiente, é necessário que as exchanges de criptomoedas aumentem a conscientização dos riscos que os clientes podem ter em manter os ativos em suas plataformas, assim o cliente terá mais cuidado com os possíveis golpes.

Lembrando que as exchanges não são carteiras, não deixem seus ativos nas exchanges a mercê de harckers, utilize sua carteira, a forma mais segura de manter seus ativos, tenha sempre acesso às suas chaves privadas e não compartilhe com ninguém.

Leia também: Conheça os 5 setores de negócios que estão aceitando Bitcoin

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