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3 coisas importantes que a mídia convencional não fala sobre o Bitcoin

3 coisas importantes que a mídia convencional não fala sobre o Bitcoin

A mídia convencional está a todo vapor com a queda da criptomoeda número um, na segunda-feira o Bitcoin caiu para baixo de $6.515. A repentina queda está dando munições para os principais meios de comunicação.

Recentemente a Forbes recebeu mais de 200.000 visualizações com uma manchete que dizia que “a criptomoeda não caiu por causa da China, caiu porque você não precisa disso”. 

Para evitar a falta de compreensão sobre como a moeda funciona, separamos três coisas importantes que a mídia convencional não fala sobre o Bitcoin: 

1 – Bitcoin é um ativo não correlacionado

O Bitcoin é um ativo que não está correlacionado com outros ativos existentes, como por exemplo, ações ou ouro. 

Ouro e Bitcoin ultimamente vem tendo uma correlação positiva, mas não muito significativa. No geral o Bitcoin não está relacionado ao ouro ou ações, caso o ouro subitamente caía, o preço do bitcoin não será afetado. 

A criptomoeda tem seu próprio ritmo independentemente da performance dos outros mercados. 

2- Bitcoin não responde às políticas do Banco Central

O Bitcoin não é controlado por bancos centrais, governos e qualquer outro tipo de instituição de regulamentação monetária. 

A criptomoeda chama a atenção pela liberdade e a ausência de taxas bancárias e impostos. O fato é que a criptomoeda é uma proteção contra o novo paradigma adotado pelos bancos centrais. 

3 – Liquidação de pagamentos do Bitcoin 

Quando as mídias convencionais falam sobre o bitcoin, tratam principalmente do preço e da volatilidade da criptomoeda. Notícias sobre a queda das moedas digitais são mais frequentes do que a frequência de uso do ativo. 

Por exemplo, uma baleia transferiu cerca de 44.000 BTC no valor de US$ 310 milhões, a taxa da transação foi de US$ 0,32. Caso a transferência fosse feita nos métodos tradicionais, para transferir US$ 310 milhões, com as taxas e juros atuais, seria necessário desembolsar mais de US$ 6 milhões. 

As criptomoedas foram desenvolvidas para ajudar as pessoas a economizarem e se livrarem das taxas tradicionais, conforme reportagem da CCN.

Leia também: TSE irá avaliar nesta semana o uso de blockchain para criação do novo partido do Presidente Bolsonaro

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