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Vídeo mostra mãe do rei do Bitcoin amarrada por sequestrador: "Sua mãe tá aqui comigo, não tenho nada a perder"

Vídeo mostra mãe do rei do Bitcoin amarrada por sequestrador: "Sua mãe tá aqui comigo, não tenho nada a perder"

Entre sábado (30) e domingo (01), a mãe e ex-mulher do empresário Cláudio Oliveira, dono do Grupo Bitcoin Banco, foram sequestradas e mantidas em cárcere privado, segundo policiais de Minas Gerais e de Goiás. 

O Grupo Bitcoin Banco (GBB), deve R$ 616 milhões para cerca de seis mil clientes, as vítimas foram sequestradas como forma de ameaça ao dono da empresa para pagar o que deve, conforme reportagem do portal Livecoins.

A mãe de Cláudio, Zenaide Ribeiro da Silva de 61 anos e a ex-mulher, Raquel de Oliveira de 31, foram abordadas em Anápolis, Goiás e foram encontradas em uma fazendo no município de Cabeceira Grande, Minas Gerais. 

O suspeito é o filho de um casal de empresário, Luís André Martins de 30 anos, localizados no município de Unaí, que fica cerca de uma hora de Cabeceira Grande, o sequestrador aparece no vídeo com a mãe de Cláudio amarrada, ameaçando dizendo que “agora você vai ter que me pagar”. 

De acordo com a Polícia, o “Rei do Bitcoin”, Cláudio Oliveira, deve R$ 9 milhões para os pais do investidor, Luís.

O Rei do Bitcoin, recebeu uma chamada de vídeo do suspeito ameaçando as mulheres de morte, no vídeo Cláudio chama o suspeito de palhaço, mandando eles calarem a boca, questionando querendo saber da sua mãe, se ela estava bem e se está sendo maltratada. 

No vídeo Cláudio diz que “em duas horas eu chego ao escritório, pago a dívida e depois a gente acerta o resto”.

Logo após a chamada de vídeo, Cláudio entra em contato com a Polícia Civil de Goiás e mostra os vídeos, a Polícia de Goiás ao desconfiarem da possibilidade do suspeito ser de Minas Gerais, entra em contato com a Polícia local, que consegue resgatar as mulheres.

A Polícia Civil de Minas foi avisada quando o dono da fazendo, onde as mulheres estavam sendo mantidas, desconfiou de uma movimentação em sua propriedade, logo quando a polícia estava chegando ao local, o suspeito Luís fugiu para a mata deixando as mulheres no cárcere. 

Raquel relatou ser abordada por Luís por volta das 8h30 do sábado, em Anápolis. O rapaz estava armado e mandou ela entrar no veículo. Depois foi obrigada a informar onde estava Zenaide e buscou a mãe de Cláudio em uma feira IAPC, que foi ameaçada com a arma para que entrasse no carro.

O veículo estava sendo conduzido por outro suspeito que não foi identificado. As vítimas afirmam que o motorista estava com o rosto coberto por uma máscara hospitalar, óculos escuro e chapéu. 

Os suspeitos levaram as vítimas até Águas Lindas, ainda em Goiás, onde Luís gravou o vídeo para Cláudio do celular de Zenaide, no mesmo local, os suspeitos trocaram de carro e foram para Minas Gerais. 

A Polícia afirma que o carro usado no crime era um Corolla, que pode ser de um tio do Luís, que declara que foi enganado pelo sobrinho.

O Grupo Bitcoin Banco não pagou o sequestro, mas a Polícia fez o resgate das mulheres.

“O GBB informa que o sequestro de familiares do empresário aconteceu neste sábado (30) em Anápolis/GO. A empresa informa que a Polícia Anti Sequestro e a Polícia Militar resolveram o caso de forma rápida e eficiente, resgatando as vítimas ilesas. As autoridades já identificaram os responsáveis por este ato violento e já está tomando as medidas necessárias. Não houve pagamento de nenhum valor aos sequestradores. Agradecemos aos policiais envolvidos pela agilidade e alto nível de profissionalismo que resolveram a questão preservando a segurança das vítimas”, nota publicada pelo GBB referente ao sequestro dos familiares de Cláudio. 

Apesar da confirmação da Polícia Civil e Militar, alguns clientes da GBB afirmam que o sequestro e os vídeos são fakes, já que Cláudio Oliveira é conhecido por fazer promessas e não cumpri-las. 

Desde maio, a empresa começou a atrasar os pagamentos dos clientes, prometendo que iria quitar as dívidas o quanto antes. 

O Grupo Bitcoin Banco criou filas de pagamentos que não funcionaram, desenvolveram uma criptomoeda sem valor (Br2x), reformou a NegocieCoins, exchange para negociar criptoativos, com a promessa de normalizar os pagamentos, mas não aconteceu e chegou a fazer acordos individuais com clientes que não concretizaram.  

A empresa, como desculpas, vem alegando que foi vítima de uma ação criminosa de clientes, que aproveitaram de uma brecha no sistema para roubar cerca de R$50 milhões. 

Na semana passada, a justiça do Paraná aceitou o pedido de recuperação judicial feito pela empresa, por conta disso, o Grupo Bitcoin Banco terá mais 180 dias, para recuperar a operação e pagar os clientes. 

Leia também: Brasil: Sobrou só 1/4 da Atlas Quantum e Bitcoin Banco retirou suas plataformas do ar sem previsão de retorno

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