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Investidora diz que Genbit 'parecia uma seita religiosa'

Investidora diz que Genbit 'parecia uma seita religiosa'

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Com promessas de rendimentos de até 15% ao mês, a corretora de criptomoedas Genbit, conquistou uma vasta quantidade de investidores pelo Brasil, e segundo duas mulheres que aplicaram ao todo R$ 52.500 na empresa, o negócio funcionava como uma seita religiosa.

Segundo reportagem da UOL nesta quarta-feira (18), a empresa sediada em Campinas, no interior de São Paulo, se apresentava aos investidores como um negócio seguro, confiável e “de Deus”.

De acordo com o relato das investidoras que são irmãs e participaram de um megaevento da Genbit em setembro, investindo R$ 26.250 cada uma:

“Eles gritavam, se vangloriavam e falavam muito de Deus. Parecia uma seita religiosa.”

Conforme a própria Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que investiga a empresa, o negócio que atende por Genbit é, na verdade, a antiga Zero10Club, empresa que dizia realizar investimentos com bitcoin e criptomoedas, controlada pela Gensa Serviços Digitais S.A., que foi proibida de atuar no Brasil.

Com mais de R$ 1 milhão bloqueados pela Justiça, o que não falta hoje são relatos de investidores que aplicaram até R$ 500 mil e alegam que seus fundos estão presos na plataforma, sem conseguir sacar desde setembro.

Em novembro, a Genbit lançou o Treep Token (TPK), uma criptomoeda sem liquidez que seria usada para pagar os clientes, contudo, conforme relatou uma investidora de Maringá (PR), a moeda poderia se equiparar ao token usado no programa Big Brother Brasil:

“É como se seu devesse para você um dinheiro, mas, em vez de te pagar em reais, dólar ou mesmo bitcoins, te pagasse com estalecas.”

Já somam cerca de 150 ações contra a Genbit, que ultrapassam R$ 10 milhões. Além da CVM, o Ministério Público e a Polícia Civil também estão investigando a empresa por prática de crimes como pirâmide financeira, de acordo com a matéria.

É muito comum a prática de manipulação utilizando a fé do público alvo para conseguir doações, investimentos, submissão e até mesmo ataques terroristas, como a própria história ilustra perfeitamente com diversos casos conhecidos no Brasil e no mundo. Por isso, é preciso estar sempre alerta para evitar cair em golpes.

Leia também: Urgente: Google, Apple, Tesla e Microsoft são processadas por explorarem mão de obra infantil

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