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Hackers atacam no Telegram para roubar criptomoedas

Hackers atacam no Telegram para roubar criptomoedas

Hackers da Coreia do Norte estão usando o aplicativo de mensagens Telegram para roubar Bitcoin e outros ativos, segundo relatório divulgado pela empresa de segurança digital Kaspersky.

O grupo, conhecido como Lazarus Group, criou um recurso aprimorado para atingir indivíduos e organizações em todo o mundo. 

Os investidores de criptomoedas estão despreparados para se precaver contra esse tipo de golpe. 

Até agora, o grupo roubou criptomoedas de investidores no Reino Unido, China, Polônia e Rússia. 

Os hackers atraem as vítimas criando grupos comerciais falsos no aplicativo de mensagem Telegram e desenvolvendo sites falsos. 

“Notavelmente, essa operação marcou a primeira vez que o Lazarus segmentou usuários do macOS, com o grupo inventando uma empresa falsa para entregar seu aplicativo manipulado e explorar o alto nível de confiança entre as possíveis vítimas”, segundo o relatório. 

O grupo Lazarus também cria sites falsos para atrair vítimas: 

“Encontramos vários sites falsos que ainda estavam online quando estávamos investigando sua infraestrutura. Eles criaram sites falsos com temas de criptomoeda, mas estavam longe de serem perfeitos e a maioria dos links não funcionou.”

Os especialistas dão um alerta para que tomem cuidado com sites maliciosos. As criptomoedas são ativos digitais de fácil transferência para um ataque hacker como esse.

Conforme reportou o Criptonizando, em novembro de 2019, o ex-pesquisador da Ethereum, Virgil Griffith, foi preso por viajar ilegalmente para a Coreia do Norte e ajudar o país a evitar sanções econômicas usando blockchain e criptomoeda. 

Virgil alega que fez uma apresentação para autoridades norte-coreanas sobre como a tecnologia blockchain poderia ajudar o país a evitar as sanções econômicas impostas pelos EUA. 

Virgil Griffith está atualmente sob fiança, mas foi formalmente indiciado por “conspiração para violar a Lei Internacional de Poderes Econômicos de Emergência”.

Leia também: Claro está de olho em serviços com Bitcoin e criptomoedas para competir com instituições bancárias

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