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BWA, que enfrenta mais de R$ 30 milhões em processos, diz que vai pagar clientes só em junho de 2020

BWA, que enfrenta mais de R$ 30 milhões em processos, diz que vai pagar clientes só em junho de 2020

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O grupo empresarial BWA, que oferecia investimentos em Bitcoin e criptomoedas sem autorização no Brasil, enfrenta processos que somam mais de R$ 30 milhões só na Justiça de São Paulo, depois de deixar de pagar os clientes e aluguéis de sua sede, segundo reportagem do Portal do Bitcoin.

A empresa fundada por Paulo Bilibio já estaria há cerca de 3 meses com o pagamento dos clientes atrasado, mas segundo um anúncio enviado aos usuários nesta quinta-feira (16), a BWA deve lançar uma nova plataforma.

Conforme relatou o Cointelegraph, a mudança visa “atender a um mercado cada vez mais complexo e visando o futuro, a adequação aos novos moldes do mercado e à situação da empresa” e a plataforma rodará em um modelo chamado AISA (termo que não foi explicado no anúncio).

De acordo com o comunicado, levará “algumas semanas” para que a nova plataforma possa realizar suas operações. Por isso, os planos de pagamento “seguirão uma nova estratégia”, afirma a empresa:

“A plataforma voltará a funcionar em 01/03/2020; Ao final dos meses, o acréscimo patrimonial se dará de acordo com a performance da nova tecnologia; Os clientes que desejarem poderão optar em receber a compensação a partir de junho de 2020;  Os clientes que possuírem mais de um produto terão seus saldos unificados.”

Para os clientes que não quiserem continuar na empresa, a BWA destaca:

O cliente que quiser encerrar seu contrato conosco, poderá encaminhar uma proposta para o e-mail: [email protected] A proposta será analisada pela empresa e será respondida o mais breve possível.”

Na última quarta-feira (08), Paulo Bilibio e mais seis pessoas ligadas à BWA tiveram seus bens e passaporte bloqueados em decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, em ação aberta por um cliente que não conseguia sacar seus fundos na plataforma.

Leia também: “Cuspindo no prato que comeu”, diz CEO da Midas Trend ao culpar clientes pelo fim das atividades no Brasil

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