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Como recuperar o dinheiro investido na InDeal e Unick com a ajuda da ASSIC

Como recuperar o dinheiro investido na InDeal e Unick com a ajuda da ASSIC

A Associação de Clientes InDeal (Assic), está ajudando os clientes da InDeal e Unick Forex a recuperar os valores investidos nas empresas acusadas de pirâmide financeira, que movimentou cerca de R$28 bilhões em dois anos de atuação e a InDeal que movimentou cerca de um bilhão.

Logo após a operação Egyto, os responsáveis pela Associação foram buscar mais informações dentro do Ministério Público Federal em 26 de julho, foi quando surgiu a ASSIC, todos dentro da Associação, eram clientes da InDeal. Desde então, estão buscando formas para recuperar o dinheiro investido nas empresas. 

Em entrevista exclusiva para o Criptonizando, Márcio Borba, Diretor da ASSIC, afirmou que são mais de 15 mil pessoas em busca do dinheiro investido nas supostas pirâmides financeiras. Há clientes que chegaram a aplicar cerca de R$10 milhões na InDeal. 

Há formas extrajudiciais legais de recuperar o dinheiro investido na InDeal e Unick, através de um título executivo.

A Associação recebeu várias propostas assim, de empresas interessadas em comprar os processos do negócio liderado por Leidimar Lopes e sócios da InDeal. Se for aceita, os clientes que investiram nas empresas terão seu dinheiro de volta.

“A gente sabe que demora 7 a 10 anos para resolver um problema de processo de crime no Brasil, então com uma proposta dessa, a gente pretende resolver isso ainda esse ano”, declara o Diretor.

Por isso, a ASSIC fará uma assembleia no dia 8 de fevereiro, para discutir a situação com seus associados. Os clientes da Unick vão ser associados oficialmente depois da assembleia.

Márcio compartilha dois grupos do Telegram para todos aqueles que foram lesados pela InDeal e Unick e queiram mais informações: o canal da Associação para notícias sobre a assembleia, e o grupo da Unick, com informações jurídicas e de ressarcimento.

O objetivo é ajudar as pessoas que enfrentam problemas com investimentos fraudulentos como este da InDeal e da Unick. Para o Diretor, o problema não é só o dinheiro, é sobre poder recuperar a dignidade. 

“Com uma proposta dessa a gente resolveria isso ainda esse ano e as pessoas já estariam com seu dinheiro de volta, as pessoas já recuperariam a dignidade. A gente acompanhou casos, dentro da InDeal, de cliente que se suicidou, deixando uma filha, de famílias que se separaram, do pai que teve que fugir da cidade e abandonar a família”, declara Márcio. 

Para o diretor da ASSIC, a raiz do problema não é só o dinheiro. 

“Então assim, não é somente o dinheiro, não tem como dizer que é só pelo dinheiro. O dinheiro é a raiz do problema, mas também é a solução. E o grande ‘x’ da questão são as pessoas, as pessoas não podem ser lesadas, a gente já tem muita coisa errada nesse Brasil e uma delas que conseguimos resolver é essa”, finaliza.  

Recentemente, a Justiça apontou que “os clientes da empresa não são considerados vítimas dos crimes, pois as acusações se referem a crimes contra o sistema financeiro”, conforme reportou o Livecoins.

A Unick Forex, está desde 2018 captando clientes e ofertando investimentos no mercado financeiro, mesmo sem autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 

A empresa prometia rendimentos de até 4% ao dia, a Unick é considerada uma das maiores pirâmides financeiras do país. Um dos 15 réus no processo contra a empresa pode fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF) para entregar como o todo o esquema funcionava. 

A ASSIC informou também que os clientes da InDeal estariam recebendo ligações de pessoas se passando por representantes da Associação solicitando dados pessoais. A Associação alerta que não executa esse tipo de operação e que as informações sobre os casos são compartilhados nos grupos oficiais do Telegram e nas Redes sociais.

A Associação foi convidada para fazer parte da regulamentação das criptomoedas no Brasil, segundo Márcio “já estamos em contato com o gabinete, vamos fazer um pouco de diferença para o Brasil(…). A questão é que a criptomoeda pode ser inserida no mercado nacional sem lesar o sistema financeiro e trazer benefícios para a sociedade”, finaliza. 

Leia também: A ‘moeda global’ invisível que é 24 vezes maior que o Bitcoin

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