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Empiricus, do vídeo com a Bettina, faz acordo de R$ 4,25 milhões com a CVM

Empiricus, do vídeo com a Bettina, faz acordo de R$ 4,25 milhões com a CVM

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Imagem: Logo da Empiricus à esquerda e Bettina à direita.

A empresa de análise de investimentos Empiricus, que se envolveu em uma polêmica colossal em 2019 após a veiculação de um vídeo taxado como propaganda enganosa pelo Procon, fez um acordo de R$ 4,25 milhões com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para poder continuar atuando.

O órgão regulatório publicou, na terça-feira (11), a decisão de aceitar o Termo de Compromisso proposto pela empesa que não arcará sozinha com a dívida.

O grupo Acta, que controla a casa de análises, pagará R$ 3 milhões em nome da Empiricus, enquanto R$ 500 mil serão responsabilidade da editora Inversa, subsidiária empresa.

Outros R$ 750 mil ficarão à cargo dos 15 analistas listados no termo, incluindo Felipe Miranda, fundador da Empiricus.

A empresa ainda conta com um prazo de 60 dias para se credenciar junto à Associação dos Analistas Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC), ou não poderão atuar como analistas de valores mobiliários, pois segundo denúncia da associação, a maioria estava com registro cancelado ou sequer tinha o credenciamento.

Histórico

Histórico

Em 2019, após um vídeo da Empiricus estrelado por Bettina Rudolph alegando ter transformado R$ 1.000 em R$ 1 milhão em três anos, a casa de análises foi multada pelo órgão estadual de proteção ao consumidor (Procon) em R$ 40 mil por propaganda enganosa.

Na época, a empresa admitiu ter exagerado na propaganda e pediu desculpas ao público. Mas desde 2017 o negócio trava uma batalha judicial com a CVM, quando a licença de três analistas da empresa foi suspensa pela autarquia.

Miranda até chegou a dizer, em entrevista ao jornal O Globo em dezembro de 2018, que a Empiricus “não respeita a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como seu regulador”.

No ano passado, outra proposta foi feita a CVM, dessa vez de apenas R$ 500 mil para recompor “possíveis danos difusos ao mercado”. Contudo, a Procuradoria Federal Especial (PFE) que atua junto ao órgão, argumentou que a proposta de indenização deveria ser feita aos clientes.

Leia também: Empresa acusada de pirâmide com Bitcoin em SP desaparece e deixa mais de 100 clientes na mão

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