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‘Fui trouxa e ganancioso’, diz empresário que perdeu dinheiro na Atlas Quantum, BWA e Zero10

‘Fui trouxa e ganancioso’, diz empresário que perdeu dinheiro na Atlas Quantum, BWA e Zero10

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O empresário Rodrigo Righetti, sócio de uma agência de propaganda em Alphaville, bairro nobre de Barueri (SP), aplicou e perdeu dinheiro nas empresas Atlas Quantum, BWA e Zero10 Club, acusadas de pirâmide financeira.

Righetti contou sua história para o Portal do Bitcoin, com a esperança de que a exposição ajude a evitar que outras pessoas caiam em golpes como os que fizeram milhares de vítimas no Brasil.

“Não julgo quem tem medo ou vergonha de se expor, mas acho que estou contribuindo de alguma forma para meu país. Quem sabe, ao ler meu relato, outras pessoas não façam o mesmo?”

Para definir as empresas fraudulentas que prometiam rendimentos por meio de investimentos em Bitcoin e criptomoedas, o publicitário afirma:

“Golpistas à moda antiga travestidos de startups.”

Só na Atlas, Righetti, que conheceu o mercado de criptomoedas em 2017, afirma ter R$ 170 mil bloqueados. O valor teria sido aplicado em 2019, quando o empresário conheceu o método de arbitragem e resolveu testar na empresa de Rodrigo Marques.

“No histórico de rendimentos, sua média de ganho diário no ano passado foi de 0,14%, o que perfazia 3,07% por mês ou 63,16% no ano”, aponta a matéria. Contudo, o saldo dos clientes está bloqueado na Atlas.

No caso da BWA, o empresário aplicou ainda mais após a indicação de um amigo. Foram R$ 358 mil, mas apenas R$ 60 mil estão perdidos, já que ele precisou realizar um saque urgente de R$ 300 mil em outubro do ano passado.

A operação foi liberada pela BWA, provavelmente numa tática para ganhar a confiança do investidor, apostando que ele aplicaria ainda mais no negócio.

Já na Zero10 Club, que atualmente opera pelo nome Genbit, Righetti afirma ter aplicado R$ 26,5 mil, e conseguiu realizar quatro saques mensais em torno de R$ 3.800 antes do bloqueio dos saques em setembro, quando a empresa converteu o saldo dos clientes em uma criptomoeda sem liquidez, a TPK.

‘Trouxa e ganancioso’

‘Trouxa e ganancioso’

Ao ser questionado pelo Portal sobre o motivo de ter caído nos esquemas fraudulentos, o empresário declarou:

“Primeiro porque fui trouxa. Segundo porque fui ganancioso. Terceiro porquê conheço outras pessoas que também possuíam cifras bem maiores que as minhas nestas plataformas.”

Segundo a matéria, o publicitário, incomodado por ter apresentado as empresas para amigos, diz que já entrou com um processo criminal contra a BWA e vai entrar com duas ações contra a Atlas, criminal e cível.

“Me chama ‘MUITO’ a atenção todos eles terem ‘bugado’ na mesma época, ou seja, entre agosto e setembro, e logo após a queda do Bitcoin Banco. Isso me leva a um pensamento de que tudo se tratava de um esquema muito maior do que pensamos onde todos estavam conectados. Pode parecer piração minha, mas já conversei sobre isso com algumas pessoas e muitos acharam que faz sentido”, afirma.

Leia também: Como um traficante perdeu R$ 250 milhões em Bitcoin ao ter sua vara de pesca roubada

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