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O que houve com o desenvolvedor da Ethereum Classic que aplicou um golpe bilionário no Brasil

O que houve com o desenvolvedor da Ethereum Classic que aplicou um golpe bilionário no Brasil

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Daniel Kaminski de Souza é um brasileiro desenvolvedor da Ethereum Classic (ETC) que se autodenominava profeta, e aplicou um golpe bilionário no Brasil.

Kaminski, que foi alvo de uma megaoperação da Polícia Civil do Paraná no ano passado, segue foragido, assim como sua esposa, Camila Kaminski, segundo decisão judicial publicada nesta quinta-feira (27).

O brasileiro que afirmava ser o cofundador da ETC, seria, na verdade, “apenas” o principal responsável pelas empresas Krypton Unite e Blockchange, acusadas de pirâmide financeira.

Segundo a Justiça, ele teria montado uma quadrilha que aplicou um golpe de mais de R$ 1,5 bilhão no país por meio das empresas que atuavam sem autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e prometiam rendimentos de até 400%.

Usando técnicas de marketing multinível, os golpistas também prometiam às vítimas premiação por indicação e retornos de 3 a 4% ao dia sobre os investimentos.

Contudo, o golpe caiu por terra quando os próprios parentes – que também foram enganados no esquema – denunciaram o negócio criminoso.

A Justiça autorizou nesta quinta-feira, o bloqueio judicial de R$ 27 mil em contas e ativos ligados a Kaminski, em ação movida por vítimas do esquema fraudulento.

Além disso, foi declarado que o “profeta” é acusado de diversos crimes voltados ao golpe bilionário que fez pelo menos 4 mil vítimas, segundo a decisão, que aponta:

“[Kaminski e sua quadrilha] angariava “investimentos” de terceiros, sob a falsa promessa de um lucro satisfatório através de aplicações em criptomoedas.”

A Operação Midas, deflagrada em dezembro de 2019, cumpriu 62 mandados judiciais, 16 bloqueios de contas bancárias, 24 pedidos para apreensão de veículos de luxo e realizou 9 das 11 prisões determinadas.

Na época, a polícia estimou uma movimentação bancária de R$ 250 milhões.

Leia também: Unick sabia da Operação Lamanai; Mais de R$ 60 milhões em Bitcoin na carteira de Leidimar Lopes

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