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MP do Paraguai investiga Ronaldinho Gaúcho por ligação com quadrilha internacional

MP do Paraguai investiga Ronaldinho Gaúcho por ligação com quadrilha internacional

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Foto: AFP

Depois de ser acusado pelo Ministério Público brasileiro de crime contra a economia popular pela suposta pirâmide financeira, 18K, o ex-astro do futebol, Ronaldinho Gaúcho, e seu irmão Roberto Assis, agora são suspeitos de ligação com quadrilha internacional.

Os irmãos que recentemente foram condenados pela morte de um eletricista, continuam presos no Paraguai por utilizarem passaportes falsos para entrar no país desde 7 de março.

Agora, o Ministério Público (MP) paraguaio suspeita de ligação criminosa com uma quadrilha estruturada para falsificar documentos e especializada em lavagem de dinheiro, conforme reportagem do Estadão.  

A suspeita do Ministério Público é que Ronaldinho Gaúcho e Assis façam parte de um amplo esquema que conta com a participação de empresários e funcionários públicos para facilitar a operação de negócios ilegais no Paraguai.

Na sexta-feira (13), policiais e promotores do MP realizaram uma operação de busca e apreensão na casa da empresária Dalia López e em uma empresa na qual ela é acionista. 

A empresária é apontada como responsável por levar Ronaldinho ao Paraguai e comandar o esquema de falsificação de documentos. 

Segundo o MP, o material recolhido das buscas serão utilizados e apurados junto com as informações encontradas nos celulares de Ronaldinho e seu irmão. Enquanto isso, o ex jogador e Assis devem permanecer presos durante as investigações.

A defesa de Ronaldinho afirma que os dois foram enganados e que não sabiam que os passaportes tinham sido adulterados. 

Desde novembro de 2019, em Goiás, tramita uma ação coletiva que pede uma indenização de R$ 300 milhões a Ronaldinho e outros cinco sócios, por supostas fraudes ocasionadas pela empresa 18K Ronaldinho.

A suposta pirâmide financeira oferecia investimentos em criptomoedas e prometia ganhos de até 2% ao dia. Mais de 800 clientes da empresa fazem parte da ação, segundo o Globo.

O Tribunal de Justiça de Goiás marcou a data da audiência entre Ronaldinho Gaúcho, a 18K, suposta pirâmide com Bitcoin, e os clientes da empresa, que entraram com um processo de R$300 milhões contra o ex-jogador.

Leia também: Clientes aplicam mais dinheiro na Atlas Quantum após a corretora sumir com Bitcoins dos usuários

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