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Exchanges brasileiras de criptomoedas participam de pesquisa da Universidade de Cambridge

Exchanges brasileiras de criptomoedas participam de pesquisa da Universidade de Cambridge

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Uma pesquisa da Universidade de Cambridge usará dados fornecidos por exchanges brasileiras de criptomoedas sobre o uso de ativos digitais.

A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) anunciou, na quinta-feira (02), uma parceria com a 2° universidade mais antiga da Inglaterra na 3° Pesquisa de Provedores de Serviços de Criptomoedas (3rd Cryptoasset Service Provider Survey).

O Centro de Finanças Alternativas (CCAF) da instituição coletará informações que possam servir como referência, “sem expor segredos de negócios ou práticas de segurança” que podem resultar em vantagens para um concorrente de mercado.

Segundo Safiri Felix, diretor-executivo da ABCripto, o levantamento ajudará a jogar mais luz sobre o universo de criptomoedas, com dados atualizados e precisos, e acrescenta:

“Ao fazer esse trabalho, a universidade britânica de Cambridge, uma das instituições de ensino mais antigas e tradicionais do mundo, se conecta com esse universo tão atual e disruptivo que é a criptoeconomia.”

Felix pede que as empresas brasileiras de criptomoedas “ajudem a construir a base sólida de informações que essa pesquisa vai proporcionar”.

O diretor-executivo da associação brasileira ressalta que a pesquisa “vai contribuir para sanar uma lacuna que é a falta de informações sobre o ecossistema cripto, dando embasamento e segurança à atuação do poder público, das empresas e dos investidores.”

De acordo com o comunicado, os resultados serão publicados como parte do 3º Estudo de Referência Global de Criptomoedas e disponibilizados para empresas participantes, agências do governo, associações e imprensa.

“O relatório final será disseminado livremente entre governos, agências reguladoras, associações e grandes canais de mídia para aumentar o conhecimento do público e de políticos sobre as alternativas financeiras”, diz o comunicado do CCAF.

O questionário da pesquisa pode ser preenchido até o dia 10 de maio de 2020 apenas por empresas que prestam serviços de intermediação e custódia de criptoativos.

Leia também: Mais de R$5 milhões em Bitcoin foram comprados por novos investidores em 2 semanas

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