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Porque o Bitcoin falhou durante a crise do coronavírus

Porque o Bitcoin falhou durante a crise do coronavírus

Além da crise de saúde que está acontecendo por conta do Covid-19, a maioria dos sistemas no mundo não estavam de fato prontos para essa pandemia, segundo o Cryptonomist

O problema desses surtos maciços é que nunca afeta apenas um setor, é sempre uma cadeia de eventos que, no final, consome todo o espectro de negócios. 

Assim como aconteceu com o sistema de saúde, o coronavírus também consumiu todo o sistema financeiro, deixando o mercado de ações e muitas moedas em seu pior estado em décadas. 

As criptomoedas também foram afetadas, mas seria difícil prever a escala dessa crise no mercado cripto. 

O Bitcoin estava sendo negociado a cerca de US$9.000 com o mercado em alta, especialistas prevendo que a criptomoeda iria atingir a marca de US$10 mil rapidamente. 

Contudo, não foi o caso, pois começou o surto e a crise que destruiu completamente todo o ecossistema em todo o campo financeiro, e arruinou todos os planos.

Por mais que todos saibam o quanto o mercado é volátil, complicado e imprevisível, o surto e a crise do coronavírus superou todas as expectativas e causou um enorme impacto nos mercados. 

A razão pela qual esse surto afetou tanto o mundo financeiro, é que no início, havia uma sobrecarga de pacientes, com hospitais lotados. Havia o pânico universal, prendendo pessoas e fechando 80% das empresas.

O mundo inteiro parece estar ‘congelado’ e está afetando o mercado financeiro, as moedas fiduciárias e também as criptomoedas. 

Há uma razão pela qual o bitcoin sofreu um impacto tão drástico, já que em teoria, a criptomoeda deveria ser mais resistente, por conta dos pagamentos em blockchain. O motivo é que a China está confinada há mais de dois meses. 

Isso afetou o mercado de criptomoedas, já que a maioria dos mineradores estão operando da China. Desde que o bloqueio foi implementado, os mineradores não conseguiram monitorar e fazer transações, diminuindo drasticamente o preço do Bitcoin. 

O surto desacelerou os procedimentos de atualização que deveriam ocorrer em fevereiro e março. O bloqueio também interrompeu o desenvolvimento de produtos, embora a saúde de muitos tenha sido comprometida e o pânico geral tenha tomado conta de todo o país, não é de surpreender que o bitcoin também foi atingido. 

Felizmente, a negociação do bitcoin chegou a um estado ‘normal’, a criptomoeda caiu para US$6.600 – US$7.000, deixando os investidores imaginando por quanto tempo esse surto permanecerá.

O mercado de ações não se comportou assim desde a crise financeira mundial de 2008, e as criptomoedas quase reduziram pela metade o preço ao longo de duas semanas. 

O fato é que é impossível manter o mercado funcionando normalmente, a menos que sua empresa opere on-line e ofereça alguns dos serviços essenciais, como comida ou remédio. 

Não se sabe por quanto tempo o surto irá durar e ainda não tem como compreender os danos econômicos causados pelo coronavírus. Levará meses e possivelmente mais de um ano até que a vida volte ao normal para a maioria das pessoas. 

Leia também: Preço do Bitcoin vai dobrar até outubro, diz bilionário

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