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Vídeo: Ronaldinho Gaúcho deixa prisão no Paraguai após pagar fiança de R$8,4 milhões

Vídeo: Ronaldinho Gaúcho deixa prisão no Paraguai após pagar fiança de R$8,4 milhões

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Foto: Norberto Duarte/AFP

O ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho, acusado de envolvimento com pirâmide com bitcoin, deixou a prisão no Paraguai após 32 dias detido.

Depois de pagar uma fiança de R$8,4 milhões, ele e seu irmão, Roberto Assis, cumprirão prisão domiciliar. Eles foram presos em 7 março quando as autoridades locais descobriram que ambos estavam utilizando passaporte e identidades falsas.

De acordo com a decisão do juiz Gustavo Amarilla, o ex-astro acusado de envolvimento em pirâmide financeira com bitcoin e seu irmão estão proibidos de deixar o Paraguai, e ficarão hospedados em um hotel no centro de Assunção devido à pandemia do coronavírus, segundo o site Goal.

“A medida alternativa corresponde a Ronaldinho e seu irmão e a continuação de sua prisão em um hotel. Tenho o registro da aceitação dos gerentes do hotel para que, às suas próprias custas, permaneçam em prisão domiciliar lá”, disse Amarilla em uma coletiva de imprensa.

A dupla estava na prisão de segurança máxima Agrupacion Especializada após o mandado de prisão preventiva expedido pelo gabinete do procurador-geral do país, mediante acusação de uso de documento público com conteúdo falso.

Contudo, os irmãos disseram que os documentos foram entregues pela empresária – agora foragida – que os convidou para ir ao país. Outras 14 pessoas foram indiciadas.

Durante seu tempo na prisão, o ex-jogador do Flamengo e seu irmão foram condenados pela morte de um eletricista em um sítio pertencente a eles em Ponta Grossa-RS.

Também foi marcada a audiência da ação coletiva de R$300 milhões que Ronaldinho enfrenta pelo envolvimento com a suposta pirâmide 18K Ronaldinho.

O ex-jogador já era acusado de crime contra a economia popular pelo Ministério Público brasileiro, devido a 18K, e depois de sua prisão no exterior, o Ministério Público do Paraguai passou a investiga-lo por suspeita de ligação criminosa com uma quadrilha para falsificar documentos e lavagem de dinheiro.

Leia também: Coronavírus: Estados e municípios estimam rombo de até R$44 bilhões em 2020

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