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EUA estão caçando o chefe de criptomoedas da Venezuela; R$25 milhões em recompensa

EUA estão caçando o chefe de criptomoedas da Venezuela; R$25 milhões em recompensa

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O chefe do departamento de criptomoedas da Venezuela, Joselit Ramírez, acaba de entrar na lista de fugitivos mais procurados dos EUA com uma recompensa de R$25 milhões para quem oferecer informações que levem à prisão do venezuelano.

No início do ano, o país governado por Donald Trump emitiu uma Ordem de Prisão contra Nicolás Maduro. Dessa vez, a Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), parte da Agência de Segurança Doméstica, está atrás do chefe da Superintendência Nacional de Criptoativos (Sunacrip).

Segundo boletim divulgado nesta terça-feira (02), Ramírez tem “fortes laços políticos, sociais e econômicos com vários supostos chefes de narcóticos” e é procurado por “lavagem de dinheiro e evasão de sanções”, diz o ICE.

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O anúncio ocorre no mesmo dia em que o governo venezuelano passou a aceitar sua criptomoeda Petro em compras de gasolina.

Conforme apontou o Decrypt, os carregamentos foram recebidos do Irã, na semana passada, evitando sanções impostas pelos Estados Unidos.

Enquanto o governo dos EUA lançou uma recompensa de US$15 milhões pela captura de Maduro e US$10 milhões para outras entidades do governo no início do ano, Ramírez foi mencionado entre os alvos, mas não havia sido determinada uma recompensa sobre ele.

O venezuelano é chefe do departamento de criptomoedas desde junho de 2018, e de acordo com o comunicado emitido pelo ICE, foi indiciado “por violações da Lei Internacional de Poderes Econômicos de Emergência, da lei kingpin e de outras sanções impostas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento de Tesouro dos EUA (OFAC)”.

Petro

A criptomoeda Petro foi imposta aos cidadãos da Venezuela pelo governo de Maduro como uma tentativa de recuperar o país da crise econômica em que se encontra.

O ativo é lastreado na reserva nacional de petróleo, a maior do mundo. Contudo, a moeda não é bem vista pela própria população.

Leia também: Bitcoin ultrapassa US$10 mil após ameaça de repressão militar de Donald Trump

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