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Exchanges de criptomoedas estão informando sobre movimentações suspeitas de clientes no Brasil

Exchanges de criptomoedas estão informando sobre movimentações suspeitas de clientes no Brasil

Exchanges de criptomoedas estão informando sobre movimentações suspeitas de clientes no Brasil

Rochelle Pasiani, Coordenadora Geral de Inteligência Financeira do Coaf, informou que oito exchanges de criptomoedas estão voluntariamente comunicando ao conselho operações suspeitas de clientes, conforme reportagem do Portal do Bitcoin

Os dados apresentados por Pasiani, anunciou que em 2019 foram 3.214 comunicações suspeitas reportadas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) pelas próprias exchanges. 

Em 2020 já foram reportados 803 ocorrências de operações suspeitas que podem esconder algum ilícito. 

De acordo com Pasiani, existe um entendimento internacional a partir do Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro (Gafi), de que os ativos digitais têm de ser incorporados ao sistema de prevenção a esse delito e, segunda a coordenadora, as empresas do setor de criptomoedas devem fazer as análises de risco de seus clientes. 

A análise de compliance, conhecida como KYC (conheça seu cliente), já está sendo aplicadas em algumas exchanges.

O Coaf acompanha as atividades ligadas ao mercado de criptomoedas junto com outras entidades.

A coordenadora, afirma que recebe as informações fornecidas pelas exchanges por outros dois canais, quando as exchanges são as titulares das comunicações suspeitas e quando são terceiras nessas ocorrências.

O conselho da Coaf analisa as informações obtidas cruzando a partir dos bancos de dados, quando há indícios de ilícitos é elaborado um relatório de inteligência financeira (RIF), que é remetido para as autoridades competentes, como o poder judiciário, polícia, receita federal, entre outros. 

Recentemente, a iniciativa ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, Rede Lab, convocou um perito da Polícia Federal para uma live sobre criptomoedas. 

No debate, o perito Silvino Schilickmann, declarou que o uso de moedas virtuais pode se tornar o meio preferido para lavagem de dinheiro. 

A exchange brasileira, Mercado Bitcoin, divulgou recentemente seu programa de segurança contra lavagem de dinheiro e compliance. 

O programa da exchange visa rastrear as criptomoedas que são usadas para atividades ilícitas e repassar para as autoridades.

Leia também: Polícia Civil prende líder de golpe com bitcoin que usava contas em bancos digitais

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