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Fundador de empresa de criptomoeda responsável por fraude de R$131 milhões é condenado a 7 anos de prisão

Fundador de empresa de criptomoeda responsável por fraude de R$131 milhões é condenado a 7 anos de prisão

Fundador de empresa de criptomoeda responsável por fraude de R$131 milhões é condenado a 7 anos de prisão

O fundador da empresa de criptomoeda Centra Tech, Robert Farkas, se declara culpado por fraude de R$131 milhões e é condenado a 7 anos de prisão, conforme reportou a Bloomberg

O fundador da empresa, acusado de conspirar para cometer crimes os valores mobiliários e fraude eletrônica, recebeu uma sentença do tribunal federal de Manhattan de 70 a 87 meses e uma multa de até US$250.000. 

Farkas e seus sócios Sohrab Sharma e Raymond Trapani, prometeram lançar um “cartão Centra” que poderia ser usado para pagar em criptomoedas a todos os comerciantes que aceitassem cartões de pagamento Visa ou Mastercard. 

Entretanto, constatou que a Centra Tech nunca havia formado uma parceria com as empresas de pagamento. 

Os fundadores também fizeram alegações falsas sobre o inexistente CEO da empresa “Michael Edwards”. 

De acordo com Farkas, Michael o suposto CEO, era ex-aluno da Universidade de Harvard com mestrado em administração de empresas e tinha mais de 20 anos de experiência no setor bancário.

A empresa Centra Tech também mentiu sobre outros membros da equipe e sobre a licença de transmissor de dinheiro em 38 estados, com o intuito de enganar os investidores a apostarem mais dinheiro em sua oferta inicial de moedas ou ICO. 

A empresa Centra Tech foi fundada em 2017, os sócios alegavam oferecer produtos financeiros relacionados a criptomoeda, incluído o cartão centra.

Os sócios fundou a Centra Tech depois de trabalhar em uma empresa de aluguel de carros de luxo, segundo os promotores, eles levantaram dinheiro rapidamente com a ajuda de menções nas mídias sociais de celebridades, incluindo o promotor de boxe Floyd Mayweather e o produtor musical DJ Khaled. 

Em 2018 a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, acusou as duas celebridades de promover ilegalmente ofertas sem revelar a seus seguidores que haviam sido pagos para isso. 

O promotor de boxe Mayweather, que esteve envolvido com outras duas ICOs, acabou pagando uma multa US$300.000, e quase pagou mais US$15.000 em juros de pré-julgamento. 

O DJ Khaled teve que pagar uma multa de US$100.000 e quase US$3.000 em juros de pré-julgamento. 

O FBI apreendeu entre maio de 2018 e outubro de 2018 cerca de 100.000 unidade de Ethereum, que consiste nos valores capturados de vítimas que compraram tokens digitais emitidos pela Centra Tech.

Leia também: Governo brasileiro busca especialista em Ethereum para suporte técnico

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