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Diretor da Unick sumiu! Justiça procura Danter Silva e cogita prisão preventiva

Diretor da Unick sumiu! Justiça procura Danter Silva e cogita prisão preventiva

danter silva prisão unick
Imagem: Danter Silva na cadeia/Reprodução

Danter Silva, ex-diretor de marketing da Unick Forex, esquema financeiro derrubado pela Polícia Federal em 2019, pode receber ordem de prisão preventiva após não ser encontrado pela Justiça do Rio Grande do Sul depois da determinação de sua liberdade provisória.

De acordo com o JornalNH, Danter é procurado há pelo menos um mês pela Justiça para nomear um novo advogado de defesa após o escritório que o defendia abandonar o caso. Contudo, não tem sido encontrado.

Danter foi solto em março devido a pandemia do coronavírus, após cinco meses de prisão desde que a Operação Lamanai foi deflagrada em outubro do ano passado, acabando com o esquema com criptomoedas que pode ter captado cerca de R$28 bilhões de vítimas pelo Brasil, segundo as investigações.

Na última sexta-feira (19), o oficial de Justiça Adão da Silva, teria expedido uma certidão identificando as várias tentativas sem resultado de encontrar o ex-diretor da Unick, aponta a matéria.

Além de várias tentativas via telefone, o oficial alega não ter encontrado Danter Silva em seu endereço, um condomínio da zona sul de Porto Alegre.

O ex-diretor de marketing é um dos 15 réus no processo que investiga um golpe aplicado pela Unick Forex, caracterizado pela Polícia Federal como pirâmide financeira.

Diante da situação, a Justiça já suspeita de fuga do réu e, segundo informação do gabinete da 7ª Vara Federal ao JornalNH, não descarta pedir a prisão preventiva de Danter Silva.

A juíza responsável pelo caso, Karine da Silva Cordeiro, avalia a possibilidade.

Após as tentativas frustradas de encontrar o ex-diretor da Unick, as autoridades ainda devem entrar em contato com os familiares de Danter, em Sapiranga e Parobé.

Para atrair novos clientes, a Unick prometia lucro de 100% sobre o valor investido em até seis meses.

O golpe que atingiu 1,5 milhão de pessoas e boa parte das vítimas atualmente tenta conseguir o dinheiro de volta por meio de processos na Justiça.

Leia também: Justiça do Paraná lança ordem de despejo contra o Grupo Bitcoin Banco

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