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Exchange brasileira NovaDAX investe US$3 milhões em expansão para a Europa

Exchange brasileira NovaDAX investe US$3 milhões em expansão para a Europa

A NovaDAX, exchange brasileira de bitcoin e outras criptomoedas, anunciou nesta sexta-feira (03), que está expandindo os negócios para o continente europeu.

A iniciativa da empresa sediada em São Paulo, vem acompanhada de um investimento de US$3 milhões, e o primeiro país eleito para começar a expansão é Portugal.

Segundo o comunicado emitido pela NovaDAX, que faz parte do grupo chinês Abakus, as operações fora do Brasil devem ter início até o final deste mês de julho.

“O mercado brasileiro nos ensinou muito sobre atender melhor em um mercado dinâmico, aprimorando as experiências dos clientes com uma plataforma tecnológica, acessível e mais importante, de maneira profunda e genuinamente envolvida com a comunidade cripto local”, disse a chinesa Beibei Liu, CEO da corretora.

De acordo com Liu, Portugal foi o primeiro país escolhido por conta das similaridades culturais e de mercado com o Brasil.

A empresa informou que detém a licença EMI (European Money Institution), que permite o oferecimento de produtos e serviços financeiros baseados em Blockchain, além de um gateway para uso de moeda fiduciária na União Europa e no Reino Unido (libras esterlinas e euros), em conformidade com as legislações vigentes.

Com uma estratégia diferente de concorrentes, a NovaDAX deverá continuar nos países em desenvolvimento, com maior potencial de expansão, conforme revelou o comunicado:

“Estamos estudando outros países do continente europeu cuja comunidade cripto também guarde semelhanças com Brasil e Portugal. Países em que as pessoas estão começando a se interessar por criptomoedas e as disrupções trazidas pela tecnologia blockchain, mas estão insatisfeitas com as opções locais” disse.

Por fim, a corretora declarou que não se intimida com a forte concorrência que enfrentará em Portugal, enxergando a situação com potencial propulsor:

“Sabemos que na Europa enfrentaremos a concorrência direta dos gigantes, mas isso nos estimula ainda mais, pois nos forçarão a oferecer produtos melhores e mais inovadores lá e a trazer isso para o Brasil também”, afirmou.

Leia também: Exchanges brasileiras são alvo de buscas por bitcoin em ação do Itaú contra o Diário de S.Paulo

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