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Preço do bitcoin está sendo retido por mentalidade de rebanho, diz pesquisa

Preço do bitcoin está sendo retido por mentalidade de rebanho, diz pesquisa

Preço do bitcoin está sendo retido por mentalidade de rebanho, diz pesquisa

Um estudo recente divulgado no SSRN, analisa fatores culturais, como a mentalidade de rebanho, que podem ter tido um impacto no co-movimento ou correlação de preços do Bitcoin. 

De acordo com a AmbCrypto, o artigo tenta entender como vários tipos de culturas podem ver conceitos como ação de preço de maneira diferente. 

A pesquisa aponta que nas culturas “individualistas”, “menos comportamento de pastoreio é esperado do que nas culturas coletivas”.

A correlação ou o co-movimento do bitcoin provavelmente verá uma diminuição nas economias que são “individualistas”. 

“Consequentemente, eles podem seguir um preço de referência do Bitcoin que consideram confiável por causa de sua grande participação de mercado, maior transparência, histórico mais longo, menor chance de paralisações de câmbio, etc. Portanto, o individualismo deve diminuir as reduções nos preços do Bitcoin”, de acordo com o artigo.

Reprodução/AmbCrypto
Reprodução/AmbCrypto

Segundo a pesquisa, o coletivismo leva a co-movimentos de preços mais altos do bitcoin. 

Além disso, no caso dos indivíduos em sociedades mais restritas, ou seja, sociedades com maior rigidez, o comportamento homogêneo é frequentemente encontrado e permite uma correlação mais alta do BTC. 

O artigo também analisa os aspectos como paralisações de câmbio do bitcoin, argumentado que sociedades e regiões com uma organização social que prioriza o coletivismo provavelmente são mais avessas aos riscos. 

Por mais que os argumentos apresentados no artigo sejam principalmente hipotéticos e conduzidos por parâmetros definidos, a brecha entre sociedades individualistas e coletivistas é evidente mesmo quando se olha para as inovações de recepção que as criptomoedas receberam ao longo dos anos. 

Os países que são mais céticos em relação a essa mudança eram, em muitos casos, muito mais conservadores por natureza.

Um exemplo dessa brecha pode ser levada em consideração a proibição da criptomoeda na índia. 

“Descobrimos que os preços do Bitcoin em sociedades mais apertadas e coletivistas têm maior probabilidade de se mover. No entanto, uma maior conectividade entre as exchanges internacionais de Bitcoin na forma de abertura financeira reduz o impacto das variáveis ​​culturais no comportamento dos investidores e nos co-movimentos dos preços do Bitcoin”, afirma o artigo. 

Contudo, nos últimos meses, o preço do bitcoin mostrou que tais argumentos baseados em fatores culturais não se sustentam com os argumentos da incerteza nos mercados globais. 

A pandemia causada pelo novo coronavírus, provou que os mercados globais se uniram coletivamente. 

De acordo com a pesquisa, pode-se dizer que a queda dos preços do bitcoin em 12 de março, foi “comportamento de rebanho”, mas não era exclusiva de nenhuma região.

Independentemente disso, o resto do ano revelará se o pânico coletivo durante uma crise de liquidez conseguirá prejudicar as aspirações da maior criptomoeda do mundo em 2020.

Leia também: Banco suíço lista 4 ações brasileiras que podem render até 87% em 2020

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