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Ex-CEO da Nissan teve fuga de R$2,6 milhões em Bitcoin paga pelo filho por meio da Coinbase

Ex-CEO da Nissan teve fuga de R$2,6 milhões em Bitcoin paga pelo filho por meio da Coinbase

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Imagem: Carlos Ghosn. Crédito: REUTERS/Regis Duvignau

A dramática fuga de Carlos Ghosn, ex-CEO da fabricante japonesa de automóveis Nissan, em dezembro de 2019, foi paga em Bitcoin no valor de R$2,6 milhões (US$500 mil) pelo seu filho, Anthony Ghosn, segundo informações da Bloomberg.

O empresário franco-brasileiro, que estava em prisão domiciliar em Tóquio desde abril daquele ano, teve sua fuga planejada por uma equipe de extração.

O montante em criptomoedas foi pago pelo filho do executivo a Peter Taylor em parcelas de janeiro a meados de maio, por meio da exchange Coinbase, após a fuga em 29 de dezembro do ano passado.

Na época, o executivo escapou em uma caixa de instrumentos musicais contrabandeada a bordo de um avião particular, fugindo para o Líbano, segundo os promotores do caso nos EUA.

De acordo com os investigadores, o próprio Carlos Ghosn transferiu US$ 860.000 para uma empresa administrada por Peter Taylor como parte do pagamento inicial.

Segundo os registros do governo, o valor em BTC somado à transferência bancária realizada anteriormente, chega a pelo menos US$ 1,36 milhão (R$7 milhões) pagos à Peter e seu pai, ex-boina verde Michael Taylor.

Embora Carlos Ghosn afirme que sua família não participou de sua fuga do Japão, onde era acusado de má conduta financeira, promotores nos EUA e no Japão reuniram evidências indicando que seu filho Anthony e uma filha, Maya, participaram da operação.

Já os Taylors, que realizaram a extração do executivo, foram presos pelas autoridades estadunidenses em maio deste ano, a pedido do governo japonês, que tenta extraditá-los.

Em junho, por meio do seu pedido formal de extradição para os EUA, o Japão incluiu imagens de câmeras de segurança e uma entrevista com testemunha mostrando que Maya Ghosn se encontrou com seu pai e, mais tarde, com Peter Taylor, em Tóquio, no dia da fuga, aponta a matéria. Ela chegou ao hotel de Taylor em um carro carregando algumas das bagagens de Ghosn.

De acordo com um porta-voz de Ghosn à Bloomberg, no entanto, ninguém da família foi acusado de ajudar na fuga.

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