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Ativos de risco seguem cobiçados por investidores em meio à pandemia

Ativos de risco seguem cobiçados por investidores em meio à pandemia

Ativos de risco seguem cobiçados por investidores em meio à pandemia

Esse mês de julho marcou o quarto mês consecutivo de valorização de ativos de risco no Brasil, os investidores seguem em busca de alternativas que têm maior potencial de retorno. 

Por conta da crise mundial causada pelo novo coronavírus, os investidores começaram a procurar alternativas com maior potencial de retorno, porque as mais conservadoras, atreladas a juros pós-fixados, têm mostrado insuficientes para preservar o poder de compra. 

O Ibovespa já acumulou ganhos de 65% desde o piso atingido em março, conforme reportagem do Valor Investe

Somente em julho (até dia 30) o Ibovespa subiu 10,5%. Tal desempenho nos levar a crer que o pior da crise da COVID-19 ficou para trás. Por mais que os efeitos colaterais ainda vão ser sentidos na economia. 

Com a crise dessa pandemia o PIB vai cair e o país está com o quadro fiscal mais frágil. As empresas também estão sendo afetadas, mesmo assim, a bolsa está entre os principais ativos sugeridos por especialistas em investimentos. 

Segundo Alfredo Menezes, executivo-chefe e de investimentos da Armor, “a renda variável no Brasil tende a ganhar combustível dos fundos de previdência, ainda muito concentrados na renda fixa de curto prazo”. 

Com os juros no menor patamar da história, os investidores institucionais vão ter que se mexer, sob o risco de se tornar deficitários sem bater metas atuariais lá na frente, declara Alfredo. 

A crise acelerou algumas tendências seculares e a tecnologia passou a permear todo o tipo de negócio. 

A criação de CBDCs em países e a criptomoeda estão sendo uma forte fonte de refúgio para se recuperar da crise causada pela COVID-19. 

Com o bitcoin cada vez mais popular, os investidores estão conhecendo o ativo para enfim investir nas criptomoedas. 

Países ocidentais começaram a testar a criptomoeda emitida pelo Banco Central, o CBDC. A China lidera no desenvolvimento da moeda Yuan Digital. 

O Brasil também busca criar o Criptoreal, uma criptomoeda emitida pelo Banco Central (BCB). A Câmara dos deputados encaminhou Requerimento de informação do CBDC para o BCB.  

A criação do criptoreal seria uma forma de enfrentar a pandemia causada pelo novo coronavírus, para substituir a moeda em espécie e ajudar a reduzir os gastos com a impressão de dinheiro. 

Leia também: Mercado Livre e PayPal integram serviços de pagamentos no Brasil e no México

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