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Ronaldinho no Paraguai: Caso agora envolve denúncia de ameaça de morte

Ronaldinho no Paraguai: Caso agora envolve denúncia de ameaça de morte

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Foto: Norberto Duarte/AFP

São tempos difíceis para o ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho, acusado de participar de duas supostas pirâmides financeiras com Bitcoin (18K e LBLV) e preso no Paraguai há quase cinco meses. 

Ronaldinho está em prisão domiciliar em um hotel de luxo com seu irmão Roberto de Assis Moreira, após ambos serem detidos no dia 4 de março com passaportes falsos no país que faz fronteira com o Brasil. 

O caso do ex-camisa 10, que é uma das celebridades mais conhecidas do mundo, agora envolve uma denúncia de ameaça de morte, conforme informações da Época. 

Ele teria ido para o Paraguai para participar de um evento beneficente organizado pela magnata e socialite Dalia López, dona da holding Permanent Oriental. 

A empresária teria sido responsável por administrar a produção dos documentos falsos e teve sua prisão decretada, mas está foragida desde março. 

De acordo com o advogado Marcos Estigarribia, que representa López, ela vem sendo ameaçada de morte. 

Ele disse ainda que “existe um preço pela cabeça” da empresária, além do “envolvimento de forças políticas” no caso. 

“Há um preço para a cabeça da minha cliente. A informação que me veio é que, se pegarem (Dalia), Marcelo Pecci ou Osmar Legal ganharão o cargo de ministro do Interior”, disse.

O advogado também acusou Alexis Penayo, ex-diretor de Migrações, como “o único responsável” pela falsificação dos documentos. 

Pirâmides com Bitcoin

Enquanto Ronaldinho e seu irmão aguardam a resolução do caso, os problemas não acabaram. 

Conforme noticiado no Criptonizando, desde que foram presos no Paraguai, os irmãos foram condenados responsáveis pela morte do eletricista Clovis Juarez Klein, que trabalhava em um sítio da famíilia em Ponta Grossa, no Rio Grande do Sul. 

O ex-jogador também enfrenta uma ação coletiva no valor de R$300 milhões organizada pelos clientes lesados pela suposta pirâmide 18K Ronaldinho, além do envolvimento com a LBLV, da qual Ronaldinho faz propaganda. 

Contudo, este não é o único ex-jogador de futebol envolvido com empresas suspeitas de esquemas com criptomoedas. 

Cafu teve R$9 milhões bloqueados junto à ArbCrypto, após se tornar embaixador do negócio. 

Leia também: Brasil ‘enfrentará consequências’ se permitir chinesa Huawei no 5G, diz embaixador dos EUA

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