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GoLife Global anuncia compra da Oasis Mercosul e promete pagar a dívida aos clientes

GoLife Global anuncia compra da Oasis Mercosul e promete pagar a dívida aos clientes

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A saga dos clientes da Oasis Mercosul em busca dos valores devidos pela empresa tomou outro rumo após Alexandre Ribeiro, presidente da GoLifeGlobal, aparecer prometendo quitar as dívidas da empresa suspeita de pirâmide financeira se os usuários migrarem para a sua plataforma. 

Segundo informações e áudios encaminhados ao Criptonizando pelo hacker Laércio, na manhã desta sexta-feira (07), o CEO da empresa de marketing multinível entrou em contato com os clientes da Oasis e afirmou: 

“A gente vai fazer esse pagamento para vocês.” 

Pagamento mediante migração

GoLife, empresa que promete até 100% de lucro com supostas operações de tokenização de ativos, divulgou um vídeo anunciando a fusão com a Oasis. 

Surpreso, o hacker entrou em contato com a nossa equipe: 

“Nunca vi isso em minha vida, o que ganha uma empresa comprar uma pirâmide?”, questionou. 

Veja o vídeo: 

De acordo com um representante da empresa, a GoLife não está comprando o CNPJ da Oasis, está “apenas dando uma oportunidade de escolha para todos os associados”. 

“Optar pelo não e resolver com a Oasis, ou optar pelo sim e migrar para uma plataforma internacional”, disse. 

No entanto, a GoLife Global, embora prometa rendimentos com operações de tokenização, não possui dispensa ou autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para ofertar Contrato de Investimento Coletivo (CIC) no Brasil – modalidade que se encaixa na promessa da empresa, conforme apontou o Cointelegraph na semana passada.  

Saga dos clientes da Oasis 

Conforme noticiado aqui no Criptonizando, a Oasis tem chamado atenção do mercado brasileiro de criptomoedas nos últimos tempos após a notícia de que um hacker conseguiu recuperar valores aplicados na empresa por alguns investidores. 

A empresa que também atua com marketing multinível no Brasil, com promessas de retornos financeiros altíssimos ao mês em supostos investimentos em Bitcoin e outras criptomoedas, não possui autorização ou dispensa da CVM. 

O negócio teria como um dos líderes, Cristiano Dalla, que teria oferecido uma parceria ao hacker, conhecido como Laércio, para manter as informações da Oasis em segredo após ser coagido a devolver o dinheiro dos clientes da empresa. 

Leia também: O gigante acordou: Goldman Sachs explora criação de stablecoin própria

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