Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Força Aérea dos EUA paga US$ 800 mil por serviços da Chainalysis

Força Aérea dos EUA paga US$ 800 mil por serviços da Chainalysis

Força Aérea dos EUA paga US$ 800 mil por serviços da Chainalysis

A Forças Aérea dos Estados Unidos renovou um terceiro contrato com a empresa de análise de blockchain Chainalysis para continuar utilizando seus serviços. 

Segundo o Cryptoglobe, os serviços não foram especificados, mas a Força Aérea pagou cerca de US$800 mil em seu último contrato com a Chainalysis, datado em 19 de maio de 2020. 

O contrato segue na esteira de duas negociações anteriores intermediadas com a empresa de análise de blockchain, totalizando agora US$900 mil. 

Por mais que o relatório não especifique o motivo do contrato, uma guia de descrição faz referência à “assinatura de dados das criptomoedas”. 

Nenhuma das organizações responderam às indagações sobre o contrato ou a natureza do acordo, mas há relatos de que a Força Aérea dos EUA está pagando pelas ferramentas de análise de blockchain da Chainalysis. 

A Chainalysis fornece dados e análises de blockchian para agências governamentais, bolsas e instituições financeiras. 

As ferramentas de conformidade e investigação, educação e suporte ajudam a entender o que está acontecendo na blockchain. 

Em recente postagem no blog da empresa de dados detalha como eles foram capazes de ajudar a derrubar campanhas de financiamento ao terrorismo, baseadas em criptomoedas. 

De acordo com o especialista em crimes de alta tecnologia da NW3C, Casey Bohn, a parceria entre a Forças Aérea e a Chainalysis provavelmente envolvia o Escritório de Investigações Especiais (OSI) da Força Aérea.

“Digamos que a Força Aérea feche um contrato com a Boeing e haja alguma acusação ou suposição de algum tipo de fraude, desperdício ou abuso, a OSI provavelmente investigaria isso em nome da Força Aérea”, declara Case Bohn. 

O especialista alega que o aumento do roubo baseado em criptomoeda forçou as agências governamentais a tomar conhecimento da indústria. 

Segundo Bohn, o OSI, “por falta de termo melhor, é o FBI interno da Força Aérea”, investiga crimes de aviador contra aviador e outras áreas como fraude, desperdício e abuso. 

“A Força Aérea tem jatos e coisas malucas que precisam ser rastreadas, talvez eles estejam procurando construir algum tipo de tecnologia de blockchain para rastrear os componentes da aeronave, o que é uma grande coisa, talvez eles vão olhar para armas de rastreamento como mísseis”, acrescentou Bohn. 

Leia também: Colônia em Marte: Elon Musk quer 300 pessoas ‘prontas para morrer’ por dia no planeta vermelho

Curta o Criptonizando no Facebook, Instagram, Twitter e Telegram para ficar por dentro de tudo que acontece no Mercado Cripto.

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Últimas Notícias