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Contas do governo terão rombo de R$ 861 bilhões em 2020, diz Ministério da Economia

Contas do governo terão rombo de R$ 861 bilhões em 2020, diz Ministério da Economia

Relatório prevê rombo de R$861 bilhões nas contas do governo

Um novo relatório emitido pelo Ministério da Economia, prevê um déficit primário de R$ 861 bilhões nas contas do governo neste ano.

O anúncio foi feito em entrevista coletiva com os principais secretários que cuidam da área fiscal do governo. 

O déficit primário está relacionado as despesas do governo que superam as receitas com impostos e contribuições. 

A conta não considera os gastos da administração com o pagamento dos juros da dívida pública, pois isso faz parte do superávit ou déficit nominal.

De acordo com reportagem do G1, o relatório do orçamento de maio de 2020 estimulava que o rombo seria menor de R$787,4 bilhões. 

Para este ano, o governo tinha autorização para registrar em suas contas um déficit primário de até R$124,1 bilhões, valor muito inferior ao previsto no novo relatório do Ministério da Economia.

Entretanto, com a pandemia do novo coronavírus e o decreto de calamidade pública, o governo não é obrigado a cumprir a meta, tendo autorização para gastar mais.

Segundo o relatório, o rombo nas contas públicas é por conta das despesas autorizadas para combater a crise da COVID-19.

O gasto maior foi nas ações de saúde e nas medidas para evitar o aumento do desemprego.

Houve um aumento de R$23,3 bilhões com gasto do programa Bolsa Família e de R$84,3 bilhões em créditos extraordinários, sendo a maior parte para o auxílio emergencial, cerca de R$61,6 bilhões.  

Além disso, a arrecadação de tributos em 2020 será menor, o que contribuirá para o aumento do déficit nas contas públicas.

Banco Central terá que reimprimir todas as notas de 200?

O Banco Central do Brasil poderá ser obrigado a imprimir todas as cédulas de R$200 novamente, por exigência da Defensoria Pública do Distrito Federal, que solicita mudanças nas notas, cujas dimensões são as mesmas que as notas de R$ 20.

O órgão público argumenta que a cédula de R$200 confeccionada não obedece à legislação, violando o direito fundamental à informação acessível a deficientes visuais.

Leia também: Brasil pode adotar blockchain em novo sistema para as eleições

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