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Usar moedas de privacidade sugere "conduta criminosa", diz Departamento de Justiça dos EUA

Usar moedas de privacidade sugere "conduta criminosa", diz Departamento de Justiça dos EUA

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De acordo com um novo relatório publicado pelo Departamento de Justiça (DOJ) dos EUA, o uso de criptomoedas focadas em anonimato e privacidade, como Monero (XMR), Dash (DASH) e Zcash (ZEC), sugere “conduta criminosa”. 

documento de 83 páginas publicado ontem (08), leva o título de “Relatório da Força-Tarefa Digital Cibernética do Procurador-Geral”, e afirma que esses criptoativos afetam o combate à lavagem de dinheiro e combate ao financiamento do terrorismo. 

Traders e investidores que utilizam criptoativos baseados em privacidade (também chamados de AECs) estão inerentemente envolvidos em “atividades de alto risco”, diz o relatório. 

O texto também lista o uso ilícito de moedas como XMR, DASH e ZEC para realizar transações financeiras criminosas, como a “compra e venda de drogas ou armas na dark web, ou aluguel de servidores para cometer crimes cibernéticos”. 

“O Departamento considera o uso de AECs uma atividade de alto risco, indicativa de possível conduta criminosa”, diz o relatório.

As autoridades demonstram preocupação com a possibilidade de detentores de moedas de privacidade usarem mixers e outras ferramentas para esconder suas práticas criminosas:

“Os AECs são frequentemente trocados por outros ativos virtuais como Bitcoin, o que pode indicar uma técnica de camadas de ativos virtuais cruzadas para usuários que tentam ocultar comportamento criminoso.” 

O relatório enfatiza que as partes interessadas privadas na indústria devem trabalhar com reguladores e autoridades para garantir a segurança no país. 

Em última análise, os usos ilícitos de criptomoeda ameaçam não apenas a segurança pública, mas também a segurança nacional”, diz o documento.

Acabar com a privacidade da Monero 

Recentemente, a Receita Federal dos EUA ofereceu US$ 625 mil para quem conseguisse crackear a Monero e a Lightning Network do Bitcoin. 

Enquanto isso, a Rússia já está desenvolvendo um sistema de blockchain para análise de criptomoedas para rastrear Monero, Dash e outras criptomoedas focadas em privacidade. 

Leia também: Órgão fiscal da Suíça investiga suposta pirâmide de bitcoin criada por paranaense

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