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Mulher leva idoso morto ao banco para sacar aposentadoria em Campinas

Mulher leva idoso morto ao banco para sacar aposentadoria em Campinas

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No município de Campinas, em São Paulo, uma mulher levou o cadáver do companheiro a uma agência bancária com o objetivo de sacar a aposentadoria do idoso de 92 anos. 

Josefa de Souza Mathias, de 58 anos, tentou realizar a prova de vida de Laércio Della Coletta, levando-o a uma agência do Banco do Brasil em uma cadeira de rodas, com a ajuda de vizinhos. 

O caso ocorreu no dia 12 de outubro, e segundo a perícia médica, o idoso já estava morto há pelo menos 12 horas quando seu corpo foi levado ao banco. Josefa, no entanto, apresenta outra versão da história. 

Como tudo aconteceu 

De acordo com informações do portal A Cidade On, a mulher tentou realizar a prova de vida do idoso na agência bancária por volta das 12h20 do dia 12 de outubro, No local, ela teria tentado apressar o atendimento, sem sucesso. 

Josefa então disse que Laércio estava passando mal, e testemunhas acionaram o SAMU, que constatou o óbito ao chegar na agência.  

A equipe suspeitou da morte prévia por conta do estado cadavérico do idoso. A Guarda Municipal então foi acionada e Josefa foi levada ao 1° DP, mas liberada na ocasião. 

Mulher nega o crime 

Ao depor, a mulher disse à polícia que foi ao banco para sacar os R$ 5 mil da aposentadoria do marido, com quem estava junto há mais de 11 anos, mas afirma ter esquecido a senha de letras. 

Josefa diz ter conversado com Laércio pela manhã, quando ele já estaria morto, de acordo com a perícia, mas depois se contradisse, afirmando que a última vez que conversou com o idoso foi na noite anterior, segundo o R7. 

Ela também disse ter comprado a cadeira de rodas no dia anterior, embora tenha afirmado que o companheiro estava bem de saúde. 

A polícia civil investiga o caso e acredita que, antes de entrar na agência, Josefa teria tentado usar a digital do companheiro no atendimento eletrônico. 

À TV Record, a mulher negou ter levado o marido morto ao banco: 

“Ele saiu com vida e ele foi fazer a prova de vida no banco […] Ele se sentiu mal e veio a falecer dentro do banco, mas não houve nada, assim, de errado… está tudo certo”, disse à emissora. 

Ao ser questionada sobre o por que não ter levado Laércio ao hospital quando ele se sentiu mal na agência, Josefa afirma que ele “não queria ir de jeito nenhum […] ele estava bem, conversando e falando. Tem médico particular e tudo”, afirma. 

De acordo com vizinhos, o casal morava em apartamentos separados, mas Josefa garante que eles viviam sobre o mesmo teto. 

O casal de vizinhos que ajudou a mulher a levar o corpo do idoso de 92 anos ao banco disse que não percebeu nada durante o trajeto de cerca de 100 metros do apartamento até a agência. 

Se for comprovado que a mulher levou o aposentado ao banco já sem vida, ela pode responder pelo crime de estelionato. 

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