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Relatório: Blockchain pode ajudar a diminuir os riscos de uma guerra nuclear

Relatório: Blockchain pode ajudar a diminuir os riscos de uma guerra nuclear

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A ameaça de uma possível guerra nuclear é, definitivamente, um dos tópicos mais amedrontadores para raça humana, mas a tecnologia blockchain pode ajudar a reduzir os riscos de um combate como este, segundo relatório.

O documento publicado na segunda-feira (02), argumenta que a tecnologia por trás do Bitcoin pode ajudar a construir confiança entre os países que lutam para desmantelar ogivas nucleares.

Classificadas pelas Nações Unidas como “as armas mais perigosas do planeta“, as armas nucleares têm sido uma ameaça global para a espécie humana desde seu surgimento durante a Segunda Guerra Mundial.

De acordo com o relatório do Centro para Ciência e Estudos de Segurança (CSSS, na sigla em inglês), braço de pesquisa do King’s College London, a blockchain é uma solução para o problema que só cresce nos últimos anos, segundo matéria recente do Washington Post. 

Dr Lyndon Burford, responsável pelo relatório, acredita que os governos carecem de confiança suficiente uns nos outros devido a preocupações estratégicas e jurídicas de não revelar informações confidenciais.

Sendo assim, ele sugere que a tecnologia blockchain pode ajudar a verificar o desmantelamento de ogivas nucleares de uma maneira “segura e confiável”, permitindo aos autorizados “gerenciar coletivamente os dados criptografados sem uma autoridade central”.

Com isso, será “praticamente impossível” adulterar secretamente os dados armazenados na rede, diz o relatório, referindo-se a blockchain como “uma máquina de confiança“.

Burford cita ainda quatro principais vantagens da tecnologia blockchain para este fim:

  • Cria um registro criptografado imutável de cadeia de custódia para itens do tratado;
  • Age como uma medida de fortalecimento da confiança internacional, permitindo que terceiros, incluindo países sem armas nucleares, verifiquem os dados de desarmamento sem serem capazes de ver os dados.
  • Fornece uma camada de base segura para uma internet das coisas privada composta de sensores de localização e monitores ambientais, permitindo o monitoramento em tempo real em locais remotos e alertando automaticamente os participantes sobre potenciais violações do tratado.
  • Serve como um depósito criptográfico para as declarações nacionais, permitindo que as partes revelem dados confidenciais em fases em paralelo com os desenvolvimentos políticos e estratégicos.

 

Leia também: Dificuldade de mineração do Bitcoin tem a 2° maior queda na história, entenda

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