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Filha do cantor Belo é presa acusada de integrar quadrilha de golpes milionários ligada a traficantes

Filha do cantor Belo é presa acusada de integrar quadrilha de golpes milionários ligada a traficantes

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Imagem: Cantor Belo ao lado de sua filha. Reprodução.

Isadora Alkimin Vieira, a filha mais nova do cantor Belo, foi presa no Rio de Janeiro, acusada de integrar uma quadrilha que fatura até R$ 1 milhão por mês com fraudes eletrônicas.

A jovem de 21 anos, estudante de Odontologia, foi presa em flagrante na quarta-feira (11), junto a outras 11 mulheres.

De acordo com a acusação, Isadora integra uma quadrilha especializada em golpes por meio eletrônico, ligada à maior facção criminosa do Rio, reportou o jornal Extra.

A quadrilha atuava induzindo vítimas a repassarem seus dados bancários e entregarem seus cartões a supostos motoboys, que faziam parte do grupo de golpistas.

Policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) receberam uma denúncia anônima, através da qual encontraram a “central” de golpes em um endereço na Barra da Tijuca, bairro nobre na zona oeste do RJ.

Belo fala sobre a situação

O cantor e compositor brasileiro Marcelo Pires Vieira, de 46 anos, conhecido como Belo, disse estar “surpreso e arrasado” com a prisão da filha caçula. Ele acrescentou:

“Eu não sabia de absolutamente nada, falei com ela semana passada por telefone e ainda perguntei de tudo, da faculdade e tal. Dei sempre todo suporte como pai, pensão, faculdade, educação e amor. Me sinto muito triste e quero ser respeitado nesse momento”, declarou.

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Isadora, de shorts jeans, presa com outras 11 mulheres. Imagem: Divulgação/Polícia Civil

R$ 1 milhão por mês com golpes

Estima-se que o valor alcançado com os golpes varia entre R$ 600 mil a R$ 1 milhão por mês.

Junto à prisão das 12 mulheres, a operação apreendeu 11 notebooks, nove máquinas de cartão, 50 cartões de crédito, telefones celulares, além de outros materiais utilizados nos crimes.

A filha do cantor agora vai responder pelo crime de organização criminosa.

Segundo o setor de inteligência da Delegacia Especializada, líderes de facção criminosa que atua no Complexo da Maré têm usado as fraudes bancárias como um novo ramo de negócios e braço para abastecer o tráfico de drogas, além de diversificar as atividades ilícitas do grupo.

Leia também: Segundo maior banco do mundo adota blockchain e aceitará Bitcoin em títulos de dívida

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