Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Saiba a identidade da empresa fechada pela PF por esquema ilegal de criptomoedas na Operação Madoff

Saiba a identidade da empresa fechada pela PF por esquema ilegal de criptomoedas na Operação Madoff

polícia federal trader group criptomoedas

empresa que atuava como esquema ilegal de criptomoedas, investigada pela Polícia Federal durante a ‘Operação Madoff na última quarta-feira (15), teve seu nome vazado, de acordo com publicação do Portal do Bitcoin. 

O negócio, administrado por Wesley Binz, teve 2,8 Bitcoins apreendidos durante a operação da PF. 

A empresa se chama Trader Group Investimentos e funcionava em um shopping da cidade Serra, no Espírito Santo.  

A Trader Group, que fazia oferta pública de investimentos com criptomoedas, não é autorizada pela Comissão de Valores Imobiliários, segundo o Portal. 

A Justiça Federal determinou a suspensão das atividades do negócio e retirou seu site do ar. Agora, ao acessá-lo, há a seguinte mensagem:

“Conteúdo removido por ordem judicial, Ref. IPL 0493/2018 DPF/SR/ES. Entrar em contato com Polícia Federal e Ministério Público Federal."

O Portal do Bitcoin entrou em contato com a PF, que afirmou não poder revelar o nome dos envolvidos na investigação.  

No entanto, o site conversou com um trader que conheceu Wesley em 2016. A pessoa não quis se identificar, mas afirmou que Wesley “demonstrava pouco conhecimento sobre como fazer trade naquele tempo”. 

De acordo com ele, Wesley criou a Trader Group no final de 2017 e, em um ano e meio, conseguiu “uma banca de quase R$ 1,5 milhão” através do investimento de outras pessoas. 

Durante uma coletiva de imprensa na última quarta-feira (15), o delegado Guilherme Helmer disse que a empresa era suspeita de atuar num esquema Ponzi.

Em um esquema desse tipo, os lucros que os investidores recebem vem de novos investidores, e não do resultado dos investimentos em si.

Os ativos apreendidos pela PF

A Polícia Federal transferiu os 2,8 Bitcoins apreendidos e deve usar o valor para pagar os danos causados pela empresa. 

Além dessas criptomoedas, as autoridades encontraram uma chave contendo mais de 4 mil Bitcoins, informou o Gazeta Online. No entanto, não há provas de que esses ativos pertençam à Trader Group. 

A PF também encontrou um testamento cerrado feito por Wesley Binz, para garantir que os criptoativos seriam movimentados após sua morte. 

 

Leia também: Operação Madoff: PF acaba com esquema ilegal de criptomoedas no ES​

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Receba as notícias mais importantes no seu email

Últimas Notícias

Mais Lidas