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5 Maneiras secretas que os hackers podem invadir a Blockchain

5 Maneiras secretas que os hackers podem invadir a Blockchain

Por Mirian Romão

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A Blockchain é uma das tecnologias mais populares do mercado, e está transformando todos os setores, seja financeiro, saúde, marketing digital, imobiliário, etc, é possível encontrar essa tecnologia em qualquer lugar. 

O avanço da Blockchain forçou até as melhores universidades a começarem a oferecer cursos em tecnologias Blockchain. 

Algumas das vantagens da Blockchain incluem: mais controle com os usuários, confiabilidade, transparência, custos de transação mais baixos e mais rápido. 

A tecnologia Blockchain oferece controle total aos usuários, com o auxílio da sua natureza descentralizada, não há riscos ou falhas no ponto central. 

Apesar de todas essas vantagens e de estar entre as principais tecnologias futuras, antes da adoção mais ampla, a Blockchain precisa melhorar em alguns aspectos. 

Algumas empresas estão relutando para implementar a tecnologia por causa da sua má reputação, estão cada vez mais associando a Blockchain com a dark web.  

Conheça 5 maneiras perigosas pelas quais os cibercriminosos usam para invadir a Blockchain. 

1- Typosquatting 

No Typosquatting, os criminosos cibernéticos criam sites falsos, com o único objetivo de coletar dados dos usuários. 

Os usuários são redirecionados para um site que se parece com uma troca de criptografia, assim o usuário digita seu nome e senha, o que fornecerá aos hackers as informações necessárias para entrar na carteira de segurança cibernética. 

Em Londres e na Holanda, seis pessoas foram presas por conta desse crime. 

2 – Sybil Attack 

Similares aos ataques de DDoS, o ataque Sybil envia uma enxurrada de solicitações de identificações falsas para acionar a falha do sistema. 

Quando o servidor recebe tantas solicitações falsas, faz com que bloqueie as solicitações legítimas. Por mais que não exista um ataque bem-sucedido da Sybil, envolvendo as criptomoedas, os hackers estão sempre procurando novas maneiras. 

3 – 51% 

A falta de autoridade no sistema Blockchain, significa que se um usuário tiver grande parte do controle, pode acabar reescrevendo o histórico de transações. 

As transações são removidas quando as mercadorias são recebidas, o que permite que o token seja reutilizado. 

Em janeiro deste ano, a Ethereum Classic sofreu um ataque de 51%, o hacker conseguiu escapar com o dobro de gastos no Coinbase. O valor do ataque foi de US$ 1,1 milhão. 

4 – Ataque de Roteamento

Rastrear transações em um sistema Blockchain não é fácil, não há vestígios, mas ainda requer suporte de provedores da Internet. 

Os ciberciminosos podem ficar no meio e interceptar dados enviados aos provedores de serviços da Internet, que são distribuídos entre uma rede de nós ou computadores na forma de diferentes partições.

A rede contínua funcionando normalmente, por isso não se sabe quando os dados estão sendo interceptados. 

Sendo assim os hackers realizam muitas transações financeiras fraudulentas, compostas de milhares de dólares. 

5 – Phishing 

Todos conhecem o ataque de phishing, é uma das técnicas mais populares entre os hackers para ganhar dinheiro on-line. 

Os ataques de phishing, normalmente, são disfarçados por email, você recebe um link ou arquivo em anexo, e após clicar, o link baixa o arquivo e assim o computador é infectado. 

Em Israel, dois hackers foram presos em junho deste ano, por roubar mais de US$ 10 milhões utilizando a técnica phishing. 

Concluindo, a tecnologia Blockchain não são a prova de hackers, mas medidas de seguranças cibernéticas podem ajudar a manter a confiança na tecnologia. 

Leia também: Clientes da Nubank economizaram mais de R$ 2,3 bilhões em tarifas e 2 mil anos de filas em 2019

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