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Ex-prefeito condenado a mais de 40 anos de prisão é denunciado pelo MPF por lavagem de dinheiro com criptomoedas

Ex-prefeito condenado a mais de 40 anos de prisão é denunciado pelo MPF por lavagem de dinheiro com criptomoedas

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Foto: Reprodução
Errata: Anteriormente o título dizia que a condenação foi em decorrência da lavagem de dinheiro com Bitcoin.

O ex-prefeito de Catingueira, José Edivan Félix, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF), por lavagem de dinheiro com Bitcoin e ocultação de bens, conforme reportou o Paraíba Online. 

José já está no presídio regional de Patos (PB), condenado a 40 anos por crimes de organização criminosa, fraude licitatória e desvios de recursos públicos decorrentes de outra investigação, a Operação Dublê.

Segundo o MPF, a Operação Recidiva, na qual José está sendo denunciado dessa vez, consiste em apontar irregularidades de prefeitos na Paraíba.

O ex-prefeito atuava na região de Catingueira que teria cerca de 4 mil habitantes, e enquanto estava no mandato, desviou mais de R$7 milhões de recursos da prefeitura. 

A lavagem de dinheiro, cometida por José, se deu através de criptomoedas, lavagem via consórcios e aquisição de veículos. 

De acordo com as investigações, José possuía um carro que nunca esteve em seu nome. Com a venda do veículo, ele investiu R$10 mil em criptomoedas em nome do seu filho, Marcelo Henrique Félix. 

O MPF declarou que não foi possível determinar a origem do veículo que foi usado para investir nas criptomoedas.

Os documentos serão encaminhados para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio Grande do Norte, para que medidas administrativas e disciplinares também sejam tomadas. José era servidor público deste órgão.

Em 2012, o ex-prefeito foi preso em Natal, onde atuava como funcionário do TRT. Durante a operação Dublê, a Polícia investigava uma quadrilha que desviou mais de R$5 milhões. 

Para o MPF “José praticou por nove vezes o crime de lavagem de dinheiro, fato típico previsto no artigo 1º, caput, da Lei n. 9.613/98, ao ocultar, na forma de bens titularizados pelos “laranjas”, a propriedade de bens e direitos provenientes de infração penal”.

A pena prevista é de três a dez anos de prisão, mais o pagamento de multa para cada um dos crimes. Contudo, José possui dezenas de ações judiciais no âmbito da Operação Dublê, e já foi condenado a mais de 40 anos de prisão.

Leia também: Famoso youtuber Epaminondas dá a sua opinião sobre os bots de criptomoedas

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