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Desafio do BID busca projetos com blockchain contra a violência a minorias no Brasil e América Latina

Desafio do BID busca projetos com blockchain contra a violência a minorias no Brasil e América Latina

Por meio do desafio “Blockchangel”, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) quer encontrar soluções baseadas em DLT para combater a violência contra minorias e grupos vulneráveis de situações de violência e maus tratos.

O desafio, que combina as palavras “blockchain”, “challenge” (desafio) e “angel” (anjo), é uma parceria do BID Lab com a Fundação Everis, cujo foco são países da América Latina e do Caribe.

As propostas podem ser enviadas até 29 de maio de 2020 e podem participar empresários, empresas, startups, ONGs, fundações e outros, individualmente ou em consórcio.

Os projetos selecionados receberão apoio econômico, empresarial e tecnológico das organizações, e podem se tornar uma ferramenta essencial na luta contra os graves problemas sociais que acometem os países da América Latina, como aponta o comunicado.

“Nos últimos dois anos quase 8.000 mulheres foram assassinadas na América Latina e no Caribe vítimas de feminicídio. Na América Latina e no Caribe, a taxa de feminicídio é o dobro da registrada em outras regiões do mundo. Por outro lado, quase 300 milhões de crianças são vítimas de algum tipo de disciplina violenta, cerca de 130 milhões de estudantes sofrem bullying e aproximadamente 15 milhões de adolescentes já foram forçados a fazer sexo em algum momento de suas vidas. Além disso, há um número crescente de maus-tratos a pessoas idosas dentro das próprias famílias.”

Propostas devem atender determinadas áreas

1. Área preventiva – “Chega de vulnerabilidade” – soluções que permitem, por exemplo, a geolocalização ou registro de comportamentos violentos, identificação de fatores de risco, entre outros.

2. Área de atuação – “Chega de impunidade” – soluções que facilitem o registro e a autenticação on-line, com validade legal.

3. Área de controle – “Chega de preconceitos” – soluções que possibilitem, por exemplo, identificar as vítimas e ativar protocolos de ação correspondentes aos seus níveis de vulnerabilidade.

4. Área restaurativa – “Chega de solidão” – soluções que sejam ativadas on-line, de forma anônima, para assistência e atenção integral às vítimas.

Entidades colaboradoras

De acordo com o comunicado, entre as instituições colaboradoras dos propósitos do BID de promover o uso de blockchain na América Latina, estão as autoridades do governo digital na Argentina, Colômbia e Costa Rica.

Além dessas, há diversas entidades importantes no setor de blockchain, como Adhara, Alastria, AidTech, Blockchain Research Institute (BRI), Consensys, everis, Grupo Sabra, Idemia, ioBuilders, LegalBlock, Multiledgers, MIT Media Lab, NTT Data, RSK, Tradel e o World Data.

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