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Na Tailândia, grandes empresas já estão usando a moeda digital do Banco Central do país

Na Tailândia, grandes empresas já estão usando a moeda digital do Banco Central do país

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O Banco da Tailândia (BOT) anunciou na quarta-feira (15), que entrou na terceira fase do desenvolvimento de sua CBDC, moeda digital emitida pelo Banco Central.

Vachira Arromdee, governadora assistente do BOT, afirma no relatório da Nação da Tailândia que o banco central “já está usando” seu token para transações financeiras com várias grandes empresas.

O país já trabalha em um decreto digital há algum tempo e “o banco central também está pensando em expandir o uso da criptomoeda para o público em geral”, disse Arromdee.

Contudo, ela ressalta que “um estudo abrangente deve ser concluído antes de tomar tal ação”.

Mas não para por aí, o país também planeja começar a usar o token em transações internacionais.

Segundo Arromdee, o Banco da Tailândia passará a usar o CBDC para transações com a Autoridade Monetária de Hong Kong ainda neste ano, a partir de setembro.

O BOT afirma que seu token digital terá um valor “estável” e será sustentado pela reserva internacional do país. Além disso, a iniciativa deve “reduzir o custo das transações financeiras”, aponta o relatório.

Pontos negativos

Como nem tudo é perfeito, Arromdee acrescentou que o “amplo uso público da moeda digital via e-wallets é um grande problema”, o que significa que o banco central “examinará cuidadosamente os prós e contras” da emissão, “incluindo seu impacto na estabilidade financeira”.

Outro ponto, é que, conforme reportou a governadora assistente do Banco da Tailândia, o CBDC pode “ter impactos negativos nos bancos comerciais” ao remover a necessidade de intermediários nas transações financeiras.

CBDCs

Diversos países já entraram na corrida pela emissão de moedas digitais nacionais apoiadas pelo governo em resposta ao crescimento na adoção do bitcoin e outras criptomoedas.

Na China, os testes do yuan digital já começaram em quatro regiões do país, enquanto o Japão anunciou o início de testes de um projeto piloto do iene digital.

Já o Brasil, em outubro, na reunião com os membros do G20, começará a discutir o uso de criptomoeda para substituir o Real. Enquanto isso, a Câmara dos Deputados recentemente encaminhou um requerimento de informação sobre o Criptoreal para o Banco Central, conforme noticiado com exclusividade pelo Criptonizando.

Leia também: Câmara dos Deputados encaminha Requerimento de Informação do Criptoreal para Banco Central

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Na Venezuela, população consegue uma forma de enviar criptomoedas sem internet

Na Venezuela, população consegue uma forma de enviar criptomoedas sem internet

Militares apreendem 315 ASICs de mineradora local de bitcoin na Venezuela

A população da Venezuela agora tem uma forma de enviar criptomoedas sem precisar de conexão com a internet.

Embora a internet seja uma ferramenta essencial atualmente, nem todos possuem acesso a essa tecnologia, ou simplesmente contam com serviços de baixa qualidade, tornando difícil o uso, por diversas vezes.

No início da semana, a corretora venezuelana Criptolago anunciou o lançamento de um serviço que processa transações de criptomoedas por meio de mensagem de texto (SMS), reportou o Decrypt.

De acordo com o comunicado, a iniciativa foi uma resposta ao pedido do presidente Nicolas Maduro, para que as empresas desenvolvessem mecanismos de pagamento paralelos ao sistema bancário tradicional.

“Abrimos a possibilidade de toda a população venezuelana realizar transações de Petro de uma forma muito prática”, ressalta a exchange.

Mas não se engane, o serviço não está disponível somente para a Petro (PTR), criptomoeda lastreada em petróleo que visa impulsionar a economia do país.

Todos os tokens listados na plataforma podem ser transacionados usando a nova ferramenta offline, incluindo Bitcoin, Litecoin, Dash e Glufco (token de mesmo nome do banco venezuelano de investimento em criptomoedas).

No momento, apenas usuários registrados podem usufruir do serviço, mas o processo de integração é simples. O verdadeiro problema, aponta o site, é encontrar uma taxa agradável para o PTR, que conta com um preço muito instável, tornando-o ruim para funcionar como um método prático de troca.

Transações por SMS na Venezuela

Antes mesmo da Criptolago lançar a novidade, usuários da Venezuela já conheciam a funcionalidade de envio de criptomoedas por mensagens de texto desde 2018. Atualmente, a solução mais popular é o Dash Text – uma carteira offline do Dash Core Group.

De 6.456 transações offline enviadas desde janeiro de 2019 registradas pela Dash Text, 6.105 vieram da Venezuela.

São 8.000 carteiras ativas e habilitadas nos EUA, Colômbia, Espanha, Brasil e Venezuela atualmente, informa a Dash.

Envio de bitcoin por satélite

Em maio de 2019, a rede de satélites Blockstream Satellite e a startup goTenna, que explora maneiras de permitir que os usuários se conectem com outras pessoas sem o uso da internet, integraram suas tecnologias para facilitar o envio de transações de bitcoin offline.

Com a integração das tecnologias, os usuários podem receber dados de blockchain via satélite e enviar transações de BTC assinadas através da rede da goTenna sem uma conexão direta com a Internet. 

No entanto, há uma limitação: para enviar uma transação, o usuário precisa se conectar a alguém próximo, dentro de uma milha de distância.

Leia também: Segundo maior banco dos EUA confirma parceria com a Ripple

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