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Enquanto economia mundial afundou em 2020, Bolsas bateram recordes, por quê?

Enquanto economia mundial afundou em 2020, Bolsas bateram recordes, por quê?​

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Enquanto a crise e o desemprego desolaram milhões de pessoas durante o ano de 2020, as Bolsas de Valores recuperaram perdas após as intensas quedas em março do ano passado, quando a pandemia do COVID-19 foi anunciada.

Nos Estados Unidos, a Bolsa de Tecnologia Nasdaq registrou uma alta impressionante de 42%, enquanto o índice S&P, que reúne as 500 maiores empresas de capital aberto negociadas no país, valorizou 15%.

No Brasil, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira sofreu em março uma queda de quase 50% em relação às máximas históricas registradas em janeiro. Mas se recuperou, e você sabe por quê?

O Ibovespa acabou fechando o ano em uma alta de 3% após se beneficiar com a entrada de pessoas físicas em busca de retornos em meio aos juros mais baixos da história. 

O que explica o fenômeno?

Segundo publicação do Uol, economistas afirmam que existem alguns fatores importantes para explicar a valorização de Bolsas ao redor do mundo mesmo em meio a crise global.

A forma como medimos a performance das Bolsas de Valores, o entusiasmo exagerado do mercado e a montanha de dinheiro sendo injetada na economia global pelos bancos centrais no mundo todo são alguns deles.

De acordo com Sue Noffke, diretora de ações para o Reino Unido da gestora de recursos Schroders, o sucesso se deu pois “Bolsas de valores olham para o futuro”.

“Elas [Bolsas] funcionam como dirigir um carro – você mantém os olhos no horizonte, para além do buraco que está logo à sua frente”, diz ela.

Dessa forma, investidores estão apostando no sucesso de vacinas para impulsionar as economias e trazer de volta o volume de vendas.

Contudo, Joe Saluzzi, sócio da corretora Themis Trading, diz que as Bolsas podem estar a caminho de uma queda.

Ele observa um indicador publicado pela CNN chamado “Índice de Medo e Ganância”, que varia de 0 a 100, com números mais baixos indicando medo (que pode afundar os preços das ações) e números mais altos indicando ganância (que podem aumentar demais os preços).

Esse índice chegou aos 92 pontos há pouco mais de um mês, indicando “ganância extrema”, embora tenha perdido força desde então. Segundo Saluzzi, este dado aponta que “as pessoas não estão realmente tensas”, mas “elas deveriam estar”.

Enquanto isso, o único mercado que voou mais alto que o tradicional foi o setor das criptomoedas, com altas impressionantes em 2020. Mas diferente do indicador das Bolsas, no entanto, este mercado parece estar apenas ganhando força.

Leia também: Bitcoin acima de R$ 210 mil, Tesla deixada para trás e Nano valorizando 207% em um dia

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