Empresas de criptomoedas foram utilizadas em operação de contrabando de ouro, destaca PF

A Polícia Federal deflagrou a Operação Aureus em Boa Vista, capital de Roraima. Diversos mandados de apreensão foram emitidos contra uma organização acusada de crimes de contrabando de ouro e lavagem de dinheiro.

As investigações da PF iniciaram em 2020, quando uma mulher foi pega com mais de 11 kg de ouro, além de US$ 4,2 mil enquanto atravessava a pé a fronteira da Venezuela para o Brasil. 

Foi apurado que havia um extenso esquema para contrabando de ouro. Notavelmente, empresas de criptomoedas não mencionadas foram ligadas ao grupo criminoso. Foi informado que o grupo movimentou mais de R$ 40 milhões com suas operações. 

Nos últimos anos, as instituições brasileiras têm lidado com diversos casos envolvendo o mercado de criptomoedas. Recentemente, a Polícia Civil de São Paulo encontrou uma mineradora de Bitcoin em operação contra o tráfico.

No começo do ano, uma advogada foi sequestrada, levando a um pagamento de R$ 4,6 milhões em bitcoin mediante extorsão. O caso segue sem solução.

Assim como qualquer outra tecnologia, as criptomoedas podem ser utilizadas por criminosos. Cabe ao poder público e a sociedade civil buscar formas para se proteger destas ações criminosas.

Leia mais: Polícia de SP encontra mineradora de Bitcoin em operação contra o tráfico

Disclaimer
As informações contidas neste artigo são de caráter informativo e refletem a opinião do autor. Não constituem aconselhamento financeiro, jurídico ou de investimento. O mercado de criptomoedas é volátil e envolve riscos. Faça sua própria pesquisa antes de tomar qualquer decisão.

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