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Claro está de olho em serviços com Bitcoin e criptomoedas para competir com instituições bancárias

Claro está de olho em serviços com Bitcoin e criptomoedas para competir com instituições bancárias

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A Claro, uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, vê potencial em serviços com Bitcoin e criptomoedas para competir com instituições bancárias tradicionais.

De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico, as mudanças nas regulamentações feitas pelo Banco Central (BC) e o uso de smartphones por 80% da população no país, incentivaram as operadoras brasileiras a focarem no lançamento de serviços focados no mercado financeiro.

Empréstimos e seguros já são oferecidos pelas mesmas. No entanto, no caso da Telefônica, que por meio da Vivo oferece serviços de empréstimo aos clientes, estes são cedidos pelo banco Digio, controlado pelo Bradesco e Banco do Brasil – o que já não configura uma competição entre as duas indústrias.

A Claro, que conta com 59 milhões de clientes na tecnologia móvel e mais de 30 milhões de clientes nos serviços residenciais, tem um processo ‘interno’, no qual, desde novembro de 2019, oferece empréstimos garantidos pelo Banco Inbursa, do bilionário Carlos Slim, dono da América Móvil, que controla a operadora.

A Claro diz enxergar potencial relevante na oferta de serviços de Bitcoin e criptomoedas para clientes desbancarizados, segundo Mauricio Santos, diretor de soluções e produtos financeiros da operadora brasileira.

 “Uma parcela da população é desbancarizada. Parte só tem o cartão do Bolsa Família e usa uma vez por mês no saque do benefício. Será um mercado que vai mudar muito nos próximos anos […] Vemos potencial para diferentes áreas como seguros, meios de pagamentos, educação financeira, criptomoedas e bancos digitais”, declarou.

Na matéria, Santos não dá mais informações sobre o interesse da empresa nas criptomoedas e como elas podem ser usadas nos serviços da Claro.

Desde 2019, usuários da Electroneum podem reverter os tokens ETN em recargas ou pacotes de dados da operadora.

Leia também: Banco Fibra pede na Justiça busca por criptomoedas em exchanges brasileiras

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