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Presidente da GenBit "furtava" colchões de revendedora do Paraná

Presidente da GenBit "furtava" colchões de revendedora do Paraná

Presidente da GenBit furtava colchões de revendedora do Paraná
Reprodução/Presidente da GenBit

Dez anos antes de montar a GenBit, Nivaldo Gonzaga era conhecido por ser revendedor autônomo de colchões, onde pegava os colchões emprestados de uma empresa e não devolvia. 

Segundo uma investigação na Polícia Civil do Paraná, Nivaldo “se apropriou” de um veículo cheio de colchões. O Ministério Público denunciou o empresário por crime de estelionato, conforme reportagem do Livecoins

O presidente da GenBit pegava os colchões emprestado da empresa Cataratas Fabricação de Colchões, localizada em Santa Tereza do Oeste (PR). 

Ao pegar os produtos da empresa, Nivaldo se comprometeu a devolver os colchões depois de mostrá-los para uma suposta cliente. A devolução do produto era feita em seguida, caso ela não comprasse os colchões. 

Para isso, a empresa emitia uma nota fiscal de demonstração em nome da suposta cliente de Nivaldo. 

Quando a nota fiscal é lançada apenas para “demonstração”, a cobrança dos impostos fica suspensa, mas os produtos devem ser devolvidos em até 60 dias.

O famoso presidente da GenBit, contudo, não devolveu os colchões e nem a nota fiscal. 

A suposta cliente de Nivaldo só descobriu a fraude depois de receber uma notificação da Secretaria de Estado da Fazenda do Mato Grosso do Sul. 

No documento, havia o pedido de pagamento de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), no valor de quase de R$2 mil.

Segundo o processo, a vítima fez o boletim de ocorrência contra Gonzaga, após receber a notificação. 

“Consta do inquérito policial (…) que o denunciado Nivaldo Gonzaga dos Santos, ciente da responsabilidade de sua conduta, obteve para si vantagem licita, em prejuízo alheio, mediante artifício ardil, ou qualquer outro meio fraudulento, contra a vítima (…)”.

Após o registro do boletim de ocorrência, um representante legal da empresa explicou que Nivaldo solicitou uma demonstração de produto em nome de terceiros, mas que não devolveu os colchões e nem a nota fiscal.

A empresa também relatou que o presidente da GenBit, “efetuou outras práticas idênticas com outras vítimas, tendo, inclusive, se apropriado de veículo carregado de colchões, no ano de 2010, o que culminou com o registro de um boletim de ocorrência”.

A GenBit, suposta pirâmide financeira, deixou mais de 45 mil vítimas e quase R$800 milhões de prejuízo. 

Recentemente, em reportagem da Record, no programa Domingo Espetacular, a empresa GenBit foi acusada de ser responsável por destruir os sonhos dos clientes. 

O programa ressaltou as viagens pelo mundo, a vida de muito luxo e ostentação do presidente da suposta pirâmide com criptomoedas.

Leia também: Bancos voltam a ser investigados por medidas prejudiciais à corretoras de criptomoedas

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