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Irã muda regulação sobre Bitcoin e Camboja lança moeda digital

Irã muda regulação sobre Bitcoin e Camboja lança moeda digital

Irã muda regulação sobre Bitcoin e Camboja lança moeda digital

O governo iraniano alterou sua regulamentação de criptomoedas, e, quase que simultaneamente, o Camboja lançou oficialmente uma moeda digital apoiada pelo banco central.

As moedas digitais estão se tornando um refúgio para a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, e os governos buscam maneiras de lidar com a situação.

CBDC do Camboja

A moeda de Camboja pode ser manejada por aplicativo móvel, e o banco central espera que o dinheiro eletrônico desempenhe um papel na prevenção da disseminação do coronavírus.

Segundo o Bangkok Post, a iniciativa se baseia na tecnologia blockchain, a chamada “bankong” projetada por uma empresa japonesa, que entra para um reduzido grupo de moedas digitais apoiadas por bancos centrais nacionais que estão totalmente operacionais. 

A CBDC suporta transações em dólar e riel – moeda fiduciária de Camboja, e é completamente manejada através de um aplicativo nos smartphones da população.

Embora o número de pessoas em Camboja com contas bancárias tracionais seja limitado, os smartphones alcançaram todos os cantos do país do sudeste asiático. 

O nome escolhido da moeda digital “Bankonk”, traz referencia ao um antigo templo no país. A startup de tecnologia financeira japonesa Soramitsu Co, esteve envolvida no desenvolvimento do projeto. 

Cerca de 20 instituições financeiras participaram do projeto, com outras dezenas sendo esperadas. 

Irã muda regulação sobre Bitcoin

O governo iraniano alterou sua regulamentação de criptomoedas para permitir que o banco central do país financie as importações com bitcoin (BTC) extraído legalmente.

O Banco Central do país pretende usar os criptoativos no lugar das moedas fiduciárias como o dólar.

Com base nas leis, as criptomoedas legalmente extraídas no Irã só poderão ser trocadas quando forem usadas para financiar importações de outros países.

Conforme reportou o News Bitcoin, a medida proposta pelo Banco Central do Irã (CBI) e pelo Ministério da Energia exige que os mineradores licenciados vendam as moedas que extraem diretamente ao Banco Central. 

Os mineradores autorizados pelo CBI têm limite legal para a quantidade de criptomoeda a ser minerada, determinado pelo nível de energia subsidiada usada para mineração e com base nas instruções publicadas pelo Ministério da Energia. 

O Irã emitiu mais de 1.000 licenças para criptomoedas, incluindo uma para a gigante turca de mineração de bitcoins, Iminer. Enquanto isso, mais de mil mineradores ilegais de bitcoin foram fechados.

Ano passado, o país anunciou regras gerais sobre criptomoedas, quando a mineração ilegal por meio do uso de eletricidade altamente subsidiada levou a uma repressão nacional aos mineradores. 

O bitcoin e outras criptomoedas tornou-se legal no país depois que os regulamentos foram anunciados em agosto de 2019, embora o governo esteja de olho no tamanho do comércio das criptomoedas e em seus possíveis impactos na situação financeira do Irã.

Em 2018, o governo deixou claro que pretende ter uma criptomoeda própria e que vem estudando soluções em blockchain.

Leia também: Nota de R$ 200 não vai durar, afirma Guedes menos de 2 meses após lançamento

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