Desenvolvedora de PUBG vai trabalhar em projetos em metaverso

A Krafton, empresa controladora da Bluehole, desenvolvedora de PUBG, um popular jogo de battle royale que faturou mais de US$ 300 milhões em 2021, anunciou que redirecionará algumas de suas atividades para o desenvolvimento de projetos relacionados a NFT e metaverso. 

A empresa afirmou que adquiriu participação em duas empresas, a Seoul Auction Blue e Xbyblue, que permitirão à Krafton oferecer tokens não fungíveis (NFTs) relacionados à sua propriedade intelectual (IP). A empresa também fez parceria com a Naver Z para esse mesmo propósito.

Tendo feito parceria com essas duas empresas, a Krafton poderá oferecer avatares NFT e outros produtos baseados em sua franquia PUBG Battlegrounds, que ficou free-to-play no ano passado. 

Sobre essa parceria e o novo foco, CH Kim, CEO da Krafton, afirmou:

Por meio de parcerias com empresas inovadoras como a Seoul Blue, estamos confiantes de que podemos combinar nossa pesquisa e a experiência de nossos parceiros para oferecer novas experiências que os usuários globais acharão divertidas e envolventes.

Além disso, a empresa também revelou um terceiro acordo com a Naver Z, com o objetivo de construir uma plataforma conjunta baseada em Web3 e NFT. 

O Naver Z é dono do Zepeto, uma plataforma de quatro anos que executa um projeto baseado em metaverso, permitindo que os jogadores se comuniquem através de avatares 3D usando tecnologia de realidade aumentada. 

A experiência do metaverso ainda sem nome será criada usando a tecnologia e a plataforma da Naver Z e aproveitará a experiência da Krafton para criar os ativos deste mundo.

De acordo com o comunicado de imprensa, este desenvolvimento incluirá também a possibilidade de os utilizadores criarem os seus próprios conteúdos na plataforma.

A Krafton é a mais recente em um mar de empresas de jogos tradicionais que consideram incluir NFTs e o conceito de metaverso em seus modelos de negócios. 

A Ubisoft também está se aventurando na indústria, recentemente assinando uma parceria com a The Sandbox para trazer um de seus IPs, os Rabbids, ao seu metaverso. 

A Grayscale, empresa de ativos digitais, também divulgou um relatório em novembro passado afirmando que o metaverso era uma oportunidade de US$ 1 trilhão.

Após a mudança de nome do Facebook para Meta, muita atenção está sendo direcionado para este nicho de mercado, que envolve os NFTs e a tecnologia do metaverso.

O metaverso pretende ser um conjunto de mundos virtuais interconectados para a interação da internet por meio de realidade virtual.

O mercado ainda está em seu estágio inicial, e deve se desenvolver nos próximos anos.

Qual sua opinião sobre este mercado? Deixe na seção de comentários abaixo.

Leia mais: Tubarão do Shark Tank está apostando em 4 criptomoedas para o metaverso

Disclaimer
As informações contidas neste artigo são de caráter informativo e refletem a opinião do autor. Não constituem aconselhamento financeiro, jurídico ou de investimento. O mercado de criptomoedas é volátil e envolve riscos. Faça sua própria pesquisa antes de tomar qualquer decisão.

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