Exchanges do Grupo Bitcoin Banco ficarão fora do ar por uma semana

Exchanges do Grupo Bitcoin Banco ficarão fora do ar por uma semana

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O Grupo Bitcoin Banco irá suspender o funcionamento das exchanges Tem BTC e NegocieCoins a partir da meia-noite de domingo, 1° de setembro.

De acordo com o comunicado divulgado pelo Grupo, o objetivo é “parametrizar e reformular as exchanges, normalizar os pagamentos após revalidação dos cadastros dos clientes ativos”.

 

A empresa afirma que a mudança vai implantar novas práticas para aumentar a segurança das operações e oferecer uma plataforma mais profissional, além de “integrar diretamente as exchanges com o Audax Bank e Get4Bit”.

A medida tem como origem recomendações da empresa de auditoria Ernest & Young.

Segundo a empresa, as exchanges retornarão ao ar em sete dias.

Durante este período, os escritórios em Curitiba e São Paulo estarão funcionando, assim como o chat de atendimento, diz o texto.

Caso Bitcoin Banco 

Caso Bitcoin Banco 

As exchanges NegocieCoins e Tem BTC estão com os saques travados desde 17 de maio.    

Poucos dias depois, o grupo anunciou que havia sofrido uma fraude de R$ 50 milhões  e, em seguida, a BatExchange, também parte do Bitcoin Banco, entrou em manutenção por tempo indeterminado.   

A Justiça do Paraná ordenou o bloqueio de quase R$ 6 milhões das contas do Grupo, mas encontrou menos de R$ 130 mil.

Vítimas que não conseguem resgatar os valores aplicados no Bitcoin Banco já abriram centenas de ações judiciais contra o Grupo. Os prejuízos são calculados em mais de R$ 200 milhões.

Em uma das ações, a justiça determinou o bloqueio de bens pessoais de Cláudio Oliveira, fundador do Bitcoin Banco. As autoridades foram até a casa e a chácara do empresário em busca de itens como obras de arte, joias, quadros, relógios e até sapados de marcas de luxo. 

No dia 20 de agosto, a Polícia Militar cumpriu um mandado de busca e apreensão na sede do Bitcoin Banco e reteve o passaporte de Cláudio Oliveira. 

Oito dias depois, outro mandado de busca e apreensão foi cumprido na sede da empresa e em outras empresas ligadas à Cláudio Oliveira.

Leia também: MP do Ceará denuncia empresa de criptomoedas por crime contra economia popular

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