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Brasileiro minerador de bitcoin é condenado por pedofilia em SP

Brasileiro minerador de bitcoin é condenado por pedofilia em SP

O Tribunal Regional Federal da 3° Região (TRF-3) em SP condenou por pedofilia nesta segunda-feira (18), um minerador brasileiro de bitcoin.

De acordo com a decisão, o minerador teria distribuído conteúdo pornográfico envolvendo menores em 2017 e 2018, usando o programa de compartilhamento de arquivos p2p “Sareaza” para distribuir as imagens, conforme reportou o Cointelegraph.

Quem abriu o processo contra o brasileiro foi o Ministério Público Federal (MPF), e um inquérito policial foi aberto para investigar o caso.

Segundo a denúncia, o réu publicou, ofereceu, transmitiu e distribui, por meio da internet, imagens contendo cenas de sexo explícito envolvendo crianças ou adolescentes especialmente nos dias 04, 09, 21 e 22 de dezembro de 2017.

Defesa envolveu bitcoin

O minerador foi preso em flagrante após o inquérito, e as autoridades apreenderam três notebooks, um HD externo, uma CPU de computador, dois HD internos, um pendrive e um aparelho de telefone celular.

Nos equipamentos, foram encontrados diversos arquivos de vídeos com cenas de pornografia envolvendo crianças e adolescentes, além do programa utilizado para compartilhar o conteúdo.

De acordo com a polícia, o criminoso baixava os vídeos direto para o HD de 1 terabyte, os assistia, renomeava e os colocava numa pasta chamada “OK”.

Contudo, a defesa do réu alegou que as acusações eram infundadas e que os HDs eram usados apenas como sistema operacional para minerar Bitcoin (BTC), como complemento de renda.

Além disso, também foi dito que não sabia se durante esse processo alguém poderia invadir a máquina e colocar os arquivos, mas o argumento não convenceu.

A Justiça declarou que “seria muito improvável que alguém remotamente acessar o computador de outrem e salvasse os arquivos em dispositivo de hardware, coincidentemente arquivos de pedofilia.”

E o brasileiro foi condenado a 1 ano e seis meses de reclusão, além de multas e outras punições.

Outro caso envolvendo bitcoin no Brasil em 2019

No ano passado, o MPF acusou um brasileiro de usar bitcoin para ocultar seus rastros na deep web, onde teria usufruído do compartilhamento e comércio de pornografia infantil.

De acordo com a denúncia, a ação acontecia por meio de computadores instalados na residência e no local de trabalho do acusado, que negou o crime e alegou que a página acessada teria sido criada pela polícia e que ele teria sido instigado a cometer o crime.

Leia também: Bitcoin: Taxas de transação aumentaram 1.250% em um mês

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