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“Meu maior erro foi vender bitcoin em 2014”, diz Primo Rico

“Meu maior erro foi vender bitcoin em 2014”, diz Primo Rico

“Meu maior erro foi vender bitcoin em 2014”, diz Primo Rico
Reprodução/ Juliana Saldanha

O Youtuber Thiago Nigro, dono do canal Primo Rico, revelou que seu maior erro foi vender bitcoin (BTC) em 2014. 

O investidor declarou no Twitter que seu maior acerto em investimento foi comprar BTC em 2014, e seu maior erro foi vender no mesmo ano. 

Nigro não revelou a quantidade que investiu na principal criptomoeda do mercado, mas anexou a imagem da compra do BTC na exchange BitcoinToYou.

“Meu maior acerto em investimentos: Comprar BTC em 2014.

Meu maior erro em investimentos: Vender BTC em 2014”.

O investidor declarou que fez a comprar em primeiro de julho de 2014. Na época o BTC era cotado em média de R$ 1500 no Brasil

Contudo, 2014 não foi um ano de alta para o bitcoin, na época o ativo perdeu 50% de seu valor, fechando o ano sendo negociado a R$887 no país. 

Ainda sim, os seguidores de Nigro comentaram em seu Twitter para que ele comprasse bitcoin agora, atualmente a criptomoeda está cotada em R$99 mil, até o momento da escrita desta matéria.

“Compre agora que daqui a 6 anos você não vai ter o mesmo arrependimento”, disse um de seus seguidores. 

Entretanto, essa não foi a única vez que Nigro investiu no mercado de criptomoedas. Em 2019 o famoso Primo Rico comprou cerca de R$ 100 mil em Bitcoin utilizando a XDEX

A empresa de criptoativos dos sócios da XP Investimentos, XDEX, encerrou as atividades, e em março de 2020 a corretora pediu para que todos os seus clientes encerrassem suas posições. 

Sendo assim, caso Nigro tenha feito o mesmo, ele novamente pode ter tido um prejuízo com as criptomoedas. 

Na época o BTC estava cotado em R$32.769, portanto, segundo estimativas, Nigro teria R$100 mil em R$93.198, reportou o Cointelegraph.

Caso o youtuber tivesse mantido seus aportes desde a compra em 2019, hoje ele teria cerca de R$284.423,65.

As declarações do investidor podem sugerir que ele ainda tenha exposição ao mercado de criptomoedas. No início de 2020, Nigro declarou que “prefere investir em Bitcoin e criptomoedas do que aplicar em ouro”. 

Leia também: Bitcoin pode compor o capital social de empresas, diz Ministério da Economia

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